7 respostas sobre a essência do budismo
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7 respostas sobre a essência do budismo

A força de uma única pessoa é inacretitável e quando ela se levanta, vence; e sua vitória causa impacto na humanidade inteira e revitaliza a sociedade

Por meio de ações concretas, cada membro da SGI vive com base nos profundos princípios do Budismo de Nichiren Daishonin. Com esse enriquecimento espiritual, a pessoa faz a própria revolução humana — uma mudança mental tão intensa que impacta diretamente em todos à volta e, ainda, revitaliza e muda a sociedade. Apresentamos sete perguntas e respostas sobre os pontos essenciais da prática budista na SGI.


Vencer! Praticamos o Budismo de Nichiren Daishonin para vencer continuamente em tudo. Vencer é ser feliz, ser forte emocionalmente.

Como atingimos essa condição? Cultivando a força interior e polindo a fé. As atividades essenciais ensinadas na SGI nos desenvolvem nesse sentido. O Nam-myoho-renge-kyo, por exemplo, é uma prática perfeita que começa com a invocação da coragem diante dos problemas e se completa com a recitação do daimoku e o compartilhar da alegria com as pessoas.


Porque o daimoku é a própria felicidade. Ele é energia vital. Temos fé, recitamos e propagamos o Nam-myoho-renge-kyo porque fazer isso nos deixa profundamente felizes aqui e agora. Essa farta alegria nos impulsiona a enfrentar cada tarefa e problema com foco, sabedoria e força. Daimoku é esperança, é coragem — é tudo o que precisamos para ter uma vida de completa satisfação.


É imediato. Na essência do Nam-myoho-renge-kyo está o renge, a simultaneidade da causa e do efeito. A causa e o efeito ocorrem juntos. Recitar daimoku é a causa e sentir alegria é o efeito. Ambos acontecem sem espaço de tempo entre eles. O requisito para que a Lei Mística seja ativada é a fé. Não importa em que situação esteja ou o que tenha feito, o poder do daimoku é infinito e, com a fé correta, a recitação varre toda a negatividade e experimentamos “a maior das alegrias”.


O budismo surgiu há cerca de 500 anos antes de Cristo. O fundador, Sidharta Gautama, era um príncipe que decidiu descobrir a essência da vida. Sua iluminação (“buda” significa “o iluminado”) o fez compreender essa essência . Seus ensinamentos mais importantes estão no Sutra do Lótus de 28 capítulos.

Nichiren Daishonin, no século 13, cerca de 1,7 mil anos depois de Shakyamuni, encontrou, no Japão, o budismo sendo praticado de forma corrompida e então trouxe à tona o Sutra do Lótus e revelou o Gohonzon do Nam-myoho-renge-kyo.

Setecentos anos depois, em 1930, os educadores Tsunesaburo Makiguchi e Josei Toda fundaram a Soka Gakkai, que tem como base a essência da fé de Daishonin. Hoje, a Soka Gakkai Internacional (SGI) é a religião mundial que pratica em exato acordo com o desejo de Daishonin e está presente em 192 países e territórios.


Elas compõem os três mais importantes ensinamentos transmitidos pelo Buda Nichiren Daishonin. São elas: o objeto de devoção, a recitação de Nam-myoho-renge-kyo e, o santuário ou o local onde se recita o Nam-myoho-renge-kyo diante do objeto de devoção. São chamadas de secretas porque estavam implícitas no Sutra do Lótus até Daishonin revelá-las.


As atividades da SGI têm um núcleo fundamental: a felicidade de todas as pessoas. Partindo dessa premissa, seus componentes atuam se utilizando das orientações do presidente Ikeda como bússola e a felicidade de cada indivíduo como meta. Suas ações abrangem o campo religioso, a paz, a educação, a cultura e todas as esferas da sociedade. O princípio básico da SGI é a revolução humana de seus associados. A força de uma única pessoa é inacreditável e quando ela se levanta, vence; e sua vitória causa impacto na humanidade inteira e revitaliza a sociedade.


É fundamental! O budismo só se transmite por meio de uma pessoa em contato com outra. O mestre é o modelo de conduta, é o farol e o guia quando o assunto é a forma correta de manifestar o estado de buda. Quando temos um bom mestre, compartilhamos do mesmo sonho dele e nos tornamos uma extensão de sua vida. Herdar a fé do mestre é herdar sua sabedoria e sua força.



Fonte: BS, ed. 2.330, 9 jul. 2016, p. C2 e C3

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