8 explicações sobre a energizante prática do gongyo
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8 explicações sobre a energizante prática do gongyo

Um gongyo realizado corretamente começa antes, com uma entusiasmada expectativa de que você recitará um solene juramento diante do Gohonzon. Na prática, essa decisão irá te inspirar a manifestar o seu máximo potencial em meio a qualquer circunstância.


O gongyo consite na recitação do 2º capítulo, “Meios Apropriados” (Hoben), e do 16º capítulo, “A Extensão da Vida” (Juryo), do Sutra do Lótus. Gon de gongyo significa exercitar-se “assiduamente”, enquanto gyo é “cumprir”. Sendo assim, gongyo significa “prática assídua”, a ser realizada diariamente.


Antes de tudo com alegria. O gongyo não é uma cerimônia de súplica e desespero. Pelo contrário, deve ser alegre e ritmada. “O gongyo é uma refrescante cerimônia que nos revitaliza a partir de nossas próprias profundezas. Portanto, o mais importante é fazer gongyo a cada dia com harmonia e cadência — como o galopar de um corcel branco pelos céus”, afirma o presidente Ikeda.


Imagine que você tenha a oportunidade de, todas as manhãs e noites, revitalizar o corpo e a mente a ponto de experimentar uma sensação de profunda alegria, sabedoria, liberdade, harmonia, coragem. Essa oportunidade existe: é a recitação do gongyo.


O gongyo estabelece a ponte de fusão do microcosmo com o macrocosmo. O desejo ardente de recitar o gongyo diante do Gohonzon é a chave para essa fusão. Assim, encare o gongyo como a oportunidade de recitar as frases e os pensamentos essenciais de um buda.


“Nesse momento” (Ni ji no início do sutra) é a partida para fazer surgir no momento presente a coragem e trilhar uma vida grandiosa. O presidente Ikeda ressalta: “Precisamos determinar, orar e agir. Se assim não fizermos, nosso ambiente em nada mudará. Mesmo que decorram cinco ou dez anos, ‘esse momento’ jamais chegará. ‘Esse momento’ é quando nos colocamos em ação, quando nos levantamos com energia e por vontade própria”.


A recitação do gongyo e do daimoku [recitação do Nam-myoho-renge-kyo continuamente] é o método eficaz de conectar a mente com o Gohonzon. A fé é a força que possibilita essa fusão. No budismo, fé significa ter um coração límpido, flexível e aberto. Fé é a função da vida humana que dispersa as nuvens escuras da dúvida, da angústia e do arrependimento e abre e direciona o coração a algo grandioso.


“Quando estamos realizando o gongyo ou recitando daimoku, estamos nos expressando na linguagem do mundo dos budas e dos bodisatvas. Mesmo que os senhores não compreendam o que estão dizendo, suas vozes com certeza atingem o Gohonzon, todos os deuses budistas e todos os budas e bodisatvas das três existências e das dez direções; e em resposta, todo o universo envolve os senhores com a luz da boa sorte”, diz o presidente Ikeda.


“Medito constantemente: como posso conduzir as pessoas ao caminho supremo e fazer com que adquiram rapidamente o corpo de um buda?” Este trecho encerra o gongyo e o grande desejo do Buda contido nele é a felicidade das pessoas da forma como são. Isso significa “Quero ser feliz e que todos os demais também sejam”. Os que vivem totalmente embasados nesse espírito são budas.


Fonte:

Seikyo Post utilzou o livro Preleção dos Capítulos 
Hoben e Juryo
  e BS, ed. 2.040, 19 jun. 2010, p.A5
como fonte de pesquisa para este post.


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