Acredite, budismo é a vida diária!
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Acredite, budismo é a vida diária!

Para que serve a religião? Para mudar a realidade de cada praticante

Sua vida diária são suas relações, circunstâncias, vínculos, pessoas, ambiente. É feliz quem comanda as situações conforme seus desejos. Infelicidade é ser comandado pelas oscilações externas.

Aplicando o budismo: A prática budista visa a mudança interior, ou seja, tornar valoroso até aquilo que é negativo. Isso acontece quando você reconstrói cada situação a partir da energia vital de si mesmo. Faça de si uma “fonte inesgotável de benefícios”.

O que fazer: Inverta a lógica da negatividade tornando o Gohonzon (a Lei Mística, a felicidade interna) o parâmetro que dita as regras do seu bem-estar. E, desejando ser feliz em cada situação, conduza as pessoas à sua volta à felicidade também.


Muita gente é infeliz no trabalho. Pesquisa da International Stress Management no Brasil (Isma-BR) afirma que 76% das pessoas se sentem infelizes com sua vida profissional. Outra, da Right Management, revela que 48% dos indivíduos estão infelizes com a vida profissional.

Aplicando o budismo: Mesmo no trabalho, um ambiente normalmente envolto em disputas, interesses e intenções das mais variadas, a chave é ser você o primeiro a ser feliz e, a partir daí, gerar ondas capazes de mudar seu setor e até a empresa inteira. Josei Toda costumava dizer que “na fé, faça o trabalho de uma pessoa; no trabalho, faça o de três”.

O que fazer: Não importa em qual situação esteja, recite Nam-myoho-renge-kyo com total confiança. Com essa energia transbordante e forte senso de responsabilidade, sua sabedoria e boa sorte conduzirá o ambiente de trabalho até torná-lo uma sinfonia de criação de valores e respeito mútuo.


Relacionamento humano é um dos maiores desafios do século 21. Amigos, vizinhos, casamento, namoro, parentes, sua vida diária está repleta de pessoas. Portanto, ser feliz inclui saber o caminho para relacionamentos saudáveis.

Aplicando o budismo: Josei Toda, segundo presidente da Soka Gakkai, sempre dizia: “Nós manifestamos o que há dentro de nós. Não é possível manifestar o que não temos!”. Antes de colocar a culpa nos outros, saiba que todos manifestam tanto o forte e puro estado de buda como os fracos e medíocres estados de inferno, fome e animalidade. A solução budista é manifestar o estado de buda, uma energia interna que irradia calor humano e generosidade. “Assim como as causas dos sofrimentos estão em nossa vida, possuímos o poder de transformá-los em verdadeira felicidade — este é o real poder do estado de buda”, cita o presidente Ikeda.

O que fazer: Manifeste o estado de buda e seus relacionamentos serão imediatamente revitalizados. Como fazer isso? Recitando com ardor Nam-myoho-renge-kyo ao Gohonzon com o sincero desejo de ser feliz e assim inspirar a felicidade de todos à sua volta.


Aplicando o budismo: “A vida diária iguala-se à fé, e a fé se equipara à vida diária. O Sutra do Lótus nunca é dissociado da realidade. Esta é a sua grandiosidade”, afirma o presidente da SGI. A vida real cotidiana é uma batalha pela sobrevivência e desejar estabilidade financeira é normal. O importante é fazer as coisas na ordem certa: o tesouro do coração sempre em primeiro lugar.

O que fazer: “O ponto crucial é possuir forte fé”, ensina o presidente Ikeda quando o assunto é boa sorte na vida diária. Essa forte fé é a recitação enérgica de Nam-myoho-renge-kyo e a prática constante do shakubuku. Quanto mais você enriquece o coração, mais os tesouros do cofre e do corpo tornam-se abundantes.



Fonte: Brasil Seikyo, ed. 2.262, 07 fev. 2015, p. C2/C3

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