E aquele objetivo que não concretizei?
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E aquele objetivo que não concretizei?

A luta que empreendemos para que nossas orações sejam respondidas nos torna ainda mais fortes.

Imagine que você receba de presente uma semente de caqui. Se plantá-la, após alguns meses perceberá uma pequena muda emergindo do solo; e passados mais alguns anos poderá colher os frutos de uma árvore, com fortes troncos, galhos e abundantes folhas. O tronco, os galhos, as folhas e os frutos formarão um pé de caqui.


Embora o exemplo pareça apenas um enredo, serve para nos conscientizarmos de que na natureza não pode haver desvios da essência que é a identidade manifesta da vida. Jamais aconteceria de um pé de caqui se transformar em um pé de abacate no meio do caminho (RDez, ed. 36, dez. 2004, p. 3).


Daisaku Ikeda, presidente da SGI, se recorda das palavras do seu mestre, Josei Toda: “A forte oração ao Gohonzon com certeza é concretizada. Há, no entanto, três condições para isso: daimoku, daimoku e mais daimoku. A recitação do daimoku cultiva a condição do estado de buda e o poder do daimoku pode transformar uma vida de carma sofrido numa vida que parece um passeio por um belo jardim ou como um sonho agradável” (BS, ed. 1.951, 16 ago. 2008, p. A3).


Comprovação


Num diálogo um líder comentou com o presidente Ikeda que algumas pessoas manifestaram preocupação pelo fato de suas orações não terem sido respondidas. O Mestre afirmou: “Nós praticamos uma fé em que ‘nenhuma oração fica sem ser respondida’. Em primeiro lugar, precisamos ter convicção disso. Entretanto, haverá ocasiões em que nossas orações serão respondidas e outras em que isso não ocorrerá. Mas, enquanto continuarmos a recitar daimoku, no final tudo seguirá a melhor direção possível. O mais importante é que a luta que empreendemos para que nossas orações sejam respondidas nos torna ainda mais fortes. (...) Isso nos dá condições de crescer e desenvolver um estado de vida amplo e forte. (...) Budismo é bom-senso. Ele ensina o caminho correto da fé manifestando-se na vida diária. Uma fé que ignora a realidade não é fé. Nossos desejos não serão concretizados se não empenharmos verdadeiro esforço (BS, ed. 1.560, 17 jun. 2000, p. A3).


E o resultado?


O presidente Ikeda conclui:


“Faz parte da natureza humana pensar em si próprio. O importante é orarmos diante do Gohonzon da forma como somos. Se nos apresentamos com um ar arrogante mostramos um ‘falso eu’. O Gohonzon não responde a mentiras. Quando recitamos daimoku por causa de nossas maiores preocupações ou maiores desejos, nosso estado de vida se abre naturalmente e vamos desenvolvendo aos poucos o espírito de orar não apenas para nós próprios, mas também pela felicidade de nossos amigos e pelo kosen-rufu. (...). A questão central é que temos total liberdade de orarmos para o que desejarmos. (Ibidem).


Conclusão


O segundo presidente da Soka Gakkai, Josei Toda, disse: “Recitar daimoku e viver dia após dia com a forte convicção na fé é como aplicar uma injeção de diamante na vida por dia” (BS, ed. 1.951, 16 ago. 2008, p. A3)


Vamos manifestar forte sabedoria, coragem, alegria e comprovar os nossos objetivos ainda em 2019, afinal, estamos na metade do ano e temos 153 dias até 31 de dezembro.




Fonte:


Brasil Seikyo, ed. 2343, 15 out. 2016 - Budismo Fácil


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