É daimoku!
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É daimoku!

Com a fé fortalecida, cada daimoku é fonte de alegria, vigor mental, convicção e coragem

“Vivemos uma época em que as pessoas estão cheias de insatisfações”, reflete o líder da SGI, Daisaku Ikeda.


O que o mundo precisa é de uma força que converta insatisfação em satisfação, medo em coragem, desilusão em sabedoria. Recitar Nam-myoho-renge-kyo é essa força poderosa!


E quanto tempo leva para essa transformação acontecer? O Budismo Nichiren ensina que transformação não é uma questão de tempo mas de determinação.


Faça sua vontade de vencer atingir o grau máximo e cada Nam-myoho-rengue-kyo recitado terá o brilho da eternidade e o sabor da vitória — quanto mais recita, mais quer recitar e mais propaga essa alegria aos amigos. É tanta energia que cria ondas que mudam a localidade, o país e o mundo.


No Brasil, no dia 3 de março de 1993, o presidente Ikeda falou do poder do daimoku aos brasileiros:

“É infalível: transformamos nossa vida numa existência de felicidade indestrutível, transbordante de boa sorte e invulnerável a tudo. Tudo se torna prazeroso. Há satisfação mesmo sem se ter fama ou riqueza. Instante a instante os momentos são de pleno contentamento. Tudo parece belo e pleno de alegria. Vocês pensam no bem-estar das pessoas não importa o que estejam passando. É esse estado de mente que vocês adquirem ao aprimorar a fé e praticar o budismo”.


Vamos refletir juntos:

Se a descrição acima é o benefício de recitar o Nam-myoho-renge-kyo, então, é natural que brote um desejo de fechar esta página e correr recitar mais um pouco, com mais alegria, com mais confiança!


Mil vezes mais. Quando você tem vontade mesmo de mudar o destino e se senta para recitar Daimoku “na certeza da vitória”, cada instante se torna a eternidade e sua força se multiplica por 10, por 1.000, 100 mil.


Regras. O buda não criou regras de quantidade. Nichiren Daishonin, o sábio que revelou o Nam-myoho-renge-kyo ao mundo, foi cuidadoso e não deixou nenhuma instrução nas mais de mil páginas de seus escritos sobre a quantidade diária de daimoku a ser recitada.


Por quê? Porque cada pessoa é única e respeitosamente o Buda quer que cada um adote o daimoku como prática saudável na vida diária e por si crie seu ritmo: isso é a demonstração de máximo respeito ao indivíduo.


Fé. O que mais importa não é a quantidade: o que importa é a fé. Com forte fé, a própria pessoa decide, se desafia e faz essa ou aquela quantidade por dia. Por isso, em vários escritos Daishonin reforça: “fortaleça sua fé mais do que nunca”!


Sensacional. Se um único Nam-myoho-renge-kyo contém “ilimitados benefícios”, imagine recitar mais um, e mais um, e mais um...


O presidente Ikeda ensina: “Recitar Nam-myoho-renge-kyo com profunda fé, mesmo que uma única vez tem o poder infinito e vasto de revitalizar nossa vida. Que surpreendentes benefícios teremos, então, se continuarmos a recitar dia após dia”. No trecho a seguir, ele dialoga com um jovem:

“Estudante: A primeira oração é realmente importante, não é mesmo? Mas quando não temos tempo de fazer o gongyo da manhã completo, tem problema virarmos para o leste e fazermos apenas o daimoku?”

“Presidente Ikeda: Não. Nesse caso, fazer o daimoku já está bom.”


Humanismo. Percebam a grandiosidade do Mestre? É um caloroso incentivo que aumenta a coragem e tira o peso do coração do jovem. Certamente, o estudante vai se desafiar e terá uma prática sólida e constante.


Muito mais daimoku. Não há regra fixa de tempo. Recite em abundância até seu coração transbordar de satisfação — até o ânimo da sua alma ficar mais forte que a negatividade da sua realidade. Faça seu melhor para e crie um ritmo diário conforme sua necessidade, desejo e decisão.


Cada um melhor que o outro

Com a fé fortalecida, cada daimoku recitado é fonte de bem-estar, alegria, vigor mental, convicção e coragem.


Vamos ser sinceros: qualquer coisa feita por obrigação ou para cumprir tabela não dá prazer. Portanto, daimoku deve ser cada um melhor que o outro: fortalecer a fé é sentir a cada recitação uma alegria maior que a anterior. O presidente Ikeda orienta em 5 frases:

1) “Não há formalidades rígidas estabelecidas para o gongyo nos escritos do buda. O que importa é que o gongyo refresca e revigora nossa vida”.


2) “O fervor na oração não é determinado pela quantidade nem pelo tempo de recitação de daimoku. No Gosho não há nenhuma referência sobre a quantidade ou tempo de recitação. O que Nichiren Daishonin afirma é que uma única recitação de daimoku contém ilimitados benefícios”.


3) "Naturalmente, o desafio de recitar daimoku é louvável. É desnecessário dizer também que é mais vantajoso recitar maior número de vezes de daimoku. Todo esse esforço retorna para si mesmo em forma de boa sorte. Porém, do ponto de vista da saúde, devemos tomar o cuidado de não exagerar nem forçar demasiadamente as condições físicas. Eu penso dessa forma. Esta era também a opinião do Toda sensei.


4) Sei que há ocasiões em que certos problemas requerem maior quantidade de recitação de daimoku. Mesmo nessas situações, devemos tomar cuidado com as condições de saúde. Contudo, nunca devemos considerar a saúde como uma justificativa para não recitarmos daimoku. É muito mais interessante orar com boa disposição do que fazer dessa prática um insuportável suplício.


5) "O mais importante é a disposição, o entusiasmo, a seriedade e o forte desejo de recitar daimoku. Essa vigorosa disposição gera imensa boa sorte", finaliza.


Fonte: Brasil Seikyo, ed. 2.193, 31 ago. 2013, p. A4
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