É possível ser plenamente feliz?
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É possível ser plenamente feliz?

É nas dificuldades que podemos evidenciar essa condição.

O budismo responde com clareza sobre o propósito original da vida: ser feliz junto com os outros. Uma pessoa que possui uma vida de valor se realiza, encoraja os demais e revitaliza a sociedade. A prática budista visa esse ideal.


Todos querem encontrar o sentido da vida. Na SGI, a prática da fé resolve com clareza essa questão: estamos vivos para ser feliz, superar problemas e encorajar as pessoas uma a uma.

Felicidade não se restringe a satisfazer desejos, mas sentir prazer na vida a ponto de não ter arrependimentos e ser feliz junto com os outros.


A prática do Nam-myoho-renge-kyo cria valor, ou seja, extrai esperança, coragem e boa sorte de si por meio da autoconfiança e do encorajamento mútuo. É uma prática religiosa para reconstruir tudo o que isola, atormenta e desanima o ser humano. “Conquistar” a felicidade significa provocar em si mesmo a felicidade pelo esforço pessoal por meio de uma fé autônoma e criativa. É sair da prática religiosa que visa a salvação para uma oposta, na qual a pessoa se levanta sozinha para encorajar as pessoas. Ikeda sensei afirma: “O propósito da nossa prática budista é erigir um estado de felicidade que perdure eternamente em nossa própria vida, e ajudar os outros a fazer o mesmo” (Ibidem, p. 41).

A maneira como reagimos aos problemas

Acontecimentos inesperados exigem resposta rápida, postura enérgica, sabedoria e ação focada. Praticamos o budismo para superar com maestria as dificuldades.


Ser fraco emocionalmente é causa da derrota. Sentimentalismo apenas agrava situações negativas. Otimismo budista é agir com energia máxima ao menor sinal de problemas.


A prática na SGI transforma na raiz a maneira como reagimos às situações cotidianas. Nessa condição, a pessoa passa de um modelo cármico resignado para uma postura vibrante, contente e embasada na energia original da vida. Não há ressentimento, apenas avanço. Não há egoísmo, mas compaixão extrema para vencer e ainda inspirar os demais. Nossos dias começam com vibrante gongyo e daimoku, continuam com um otimismo incorrigível diante de cada fato e terminam com encontros alegres nos blocos para fazer shakubuku e encorajar pessoas. É uma vida de valor, animada e expansiva: “Devemos responder às dificuldades e às provações ativando o poder da nossa fé e prática, extraindo o poder do Buda e da Lei. Essa maneira de reagir aos problemas nos permite acumular ilimitado e indestrutível ‘tesouro do coração’ e desenvolver a capacidade de ajudar muitas pessoas a se tornarem felizes” (Ibidem, p. 63).

Ser jovial é lutar contra o mal que oprime o povo

Devemos lutar agora, amanhã, até o último instante da vida sem jamais recuar diante da negatividade que causa sofrimento às pessoas. Ser jovem é expandir a própria vida protegendo e unindo as pessoas.


Quatro fatores podem perturbar as pessoas: nascer, envelhecer, adoecer e morrer. A prática na SGI transforma esses quatro sofrimentos em quatro virtudes: eternidade, felicidade, verdadeiro eu e pureza.


Ou seja, a vida passa a ser plena do começo ao fim; os sofrimentos fundamentais são experimentados com total satisfação. A chave para usufruir tal saúde é se devotar ao juramento de praticar e propagar o Nam-myoho-renge-kyo junto com o Mestre. Não há caminho de vida mais saudável: “Por meio do grande juramento de concretizar o kosen-rufu e nos empenhando dia após dia nas atividades da SGI, a despeito das dificuldades ou adversidades que possamos enfrentar, transformaremos nosso carma em missão” (Ibidem, p. 84).


Saúde não é apenas comer bem e praticar exercícios; é fazer o bem para as pessoas e combater o mal que afasta os seres humanos uns dos outros; é shakubuku, é recitar Nam-myoho-renge-kyo com vigor e se tornar alguém com bom senso que encoraja muitas e muitas pessoas. Quanto mais vivemos assim, mais energia revitalizante brota em nossa mente e corpo, e mais extensa é nossa vida.

100% de chance de obtermos a prova real

Não se preocupem com pequenos ganhos e perdas — apenas avancem sem medo. A prática budista na SGI é suprema, capacita a alcançarmos a vitória absoluta na qual ultrapassamos a última fronteira da vida e da morte.


Vitória absoluta é triunfarmos em todos os aspectos da vida: na própria mente, no trabalho, na família, no ambiente etc.


Somos budistas para termos uma vida ótima, feliz, realizada e completa. Isso é possível porque a batalha da fé budista significa ultrapassarmos a mais forte negatividade, a escuridão fundamental. Ao sobrepujarmos esse obstáculo devastador, conquistamos a condição mais extraordinária: o estado de buda.


Ikeda sensei ensina: “O embate com esses exércitos do rei demônio consiste numa batalha feroz contra as funções demoníacas inerentes à nossa vida, com o objetivo de vencer a escuridão fundamental que reside em nós” (Ibidem, p. 120).


O caminho seguro para superarmos a máxima negatividade é estar lado a lado com Ikeda sensei. Ele é o mestre da vitória absoluta porque nos ensina a viver na mesma condição que ele: “Espero que, como líderes do kosen-rufu, vocês se tornem bravos heróis de forte fé, capazes de perceber as funções demoníacas por aquilo que elas são e derrotá-las, para que também protejam os nobres companheiros de sua respectiva organização (Ibidem, p. 121).

Fonte: Brasil Seikyo, Ed. 2379, 15 jul 2017/Conheça o Budismo


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