Firme decisão de vencer nas finanças
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Firme decisão de vencer nas finanças

Ter estabilidade financeira é um enorme desafio — você, eu e o Sr. Yoshizo sabemos muito bem disso!

Com base na seção Meu Bloco, Minha Alegria — Respostas do romance Nova Revolução Humana para os desafios da vida diária — publicada no jornal Brasil Seikyo. Texto para apoio às atividades na linha de frente da BSGI, principalmente para novos associados.

Foram utilizados trechos do trechos do volume 12 do romance Nova Revolução Humana.


Os desafios da vida diária

O que transforma a vida material é não se deixar desencorajar quando tudo parece perdido e, em paralelo, continuar a avançar com máxima esperança e coragem, motivando a si e encorajando os outros. Ser campeão do entusiasmo e da compaixão altera o curso da vida.


Yoshizo Tsuchihata começou a trabalhar aos 7 anos arrancando ervas daninhas para ajudar a mãe. Aos 18, entrou para o exército para vingar a morte do irmão que morreu em combate, mas a guerra acabou no ano seguinte.


Por um tempo trabalhou duro numa indústria de óleo e lubrificante, mas não aguentava os baixos salários. Abriu então uma fábrica de lenha com um amigo, se casou e em seguida montou sua própria fábrica. Mas nada dava certo:

“Acreditando que o esforço era a chave para a felicidade, Tsuchihata se empenhou ao máximo em sua fábrica. Mas logo começou a sentir que, diante daqueles tempos de mudança, seu esforço era em vão. Ele passava os dias correndo para todos os lados na tentativa de conseguir dinheiro, mas começou a achar que era como um rato correndo por um navio que estava afundando. Apreciador de saquê, ele começou a beber tanto que acabava gastando a maior parte de seu dinheiro com a bebida, o que ocasionou conflitos entre ele e a esposa."


Shakubuku é paciência e persistência

Um familiar não suportou mais vê-lo em meio a tantos problemas e falou com coragem sobre a prática na Soka Gakkai. Ele reagiu com fúria: — Eu odeio religião! Não volte aqui outra vez!


O parente não se deu por vencido e com paciência e persistência encorajou-o ao longo dos dias. Yoshizo e sua esposa, Yuriko, receberam o Gohonzon impressionados com o conceito de revolução humana. As brigas do casal por causa da bebedeira do marido eram constantes e angustiantes. O primeiro benefício aconteceu quatro dias depois de se tornarem membros da Soka Gakkai. Ele tomou um gole e a bebida estava amarga. Não conseguia mais beber e parou de vez.


Alegria vinda do coração

Eles sentiam grande energia e alegria surgindo de dentro de si quando recitavam daimoku e participavam das contagiantes atividades da SGI.


E a situação financeira? Só piorava. Ele foi forçado a fechar a empresa e começou a trabalhar com venda de seguros, sobrevivendo a duras penas. As dívidas só aumentavam e não ganhavam nem para pagar o lanche das crianças na escola.


No entanto, o senso de missão de tornar real o kosen-rufu já estava formado no coração do casal e eles se recusavam a serem derrotados.


Mesmo enfrentando forte turbulência, um avião jamais desiste nem para em pleno ar; diante de oposições, a saída é avançar com mais energia.


Ponto de mutação

O problema não é o rigor da realidade, mas sim o estado de ânimo. O casal reagiu da forma mais transformadora, expandindo a vida no momento crucial:

“Ele determinou que não apenas ele se tornaria feliz mas que também transformaria Hida [sua cidade] numa terra de grande boa sorte. Assim, começou a fazer shakubuku e a incentivar os companheiros.”


É sempre dramático!

Já como responsável de comunidade, viu sua linha telefônica cortada várias vezes por falta de pagamento.


— Realmente sinto muito. Nosso telefone está com defeito —, argumentava ele quando membros da comunidade reclamavam não conseguir contato.


Quando alguém queria cobrar dinheiro devido por ele, ia à sua casa enquanto ele realizava reuniões de palestra da Gakkai, pois era certeza de que estaria lá e não fugiria nem se esconderia:

“Tsuchihata tinha de sair da sala por várias vezes para atender aos credores e solicitava-lhes que lhe concedessem um pouco mais de tempo.”


Nisso, Ikeda sensei programou uma visita para a localidade. O dia se aproximava e a situação financeira do casal continuava tumultuada. O Mestre sabia da pureza e do esforço excepcional do casal e dos membros visando o bem de si e da sociedade. Ele estava indo lá para “acender a tocha da coragem e da esperança no coração dessas pessoas”. Sua orientação foi clara, meticulosa e atacou o problema pela raiz.


Analisaremos em detalhes esse incentivo na próxima edição do Conheça o Budismo, dia 1 de novembro. Não perca!


Fonte: Brasil Seikyo, ed. 2.388, 23 set. 2017, p. A7
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