Fortaleça a vida até não se abalar mais
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Fortaleça a vida até não se abalar mais

A grandeza da SGI se revela ao ensinar com clareza a enfrentar a morte sem medo e a viver a cada dia com máxima disposição

Meu Bloco, Minha Alegria – parte 6 é uma série para colaborar e inspirar os diálogos nas pequenas reuniões nos blocos e nas organizações da BSGI. A fonte será sempre os 30 volumes da Nova Revolução Humana, a imortal obra de Daisaku Ikeda [Shin’ichi Yamamoto no romance] que responde a tudo quando se trata da maneira correta de viver e da atuação na SGI.


Felicidade absoluta

A vida é um drama! Mas pode ser tonificada a tal ponto que os dias se tornam dramas épicos coloridos com esperança e coragem. Todo membro da SGI alcança tal existência e Ikeda sensei garante: “A vida pode ser fortalecida a ponto de não se abalar diante das mais severas adversidades e todos serão capazes de construir uma vida de absoluta felicidade".


Enfrentando a morte sem medo

A grandeza da SGI se revela ao ensinar com clareza “a enfrentar a morte sem medo e a viver cada dia desta existência com máxima disposição para alcançar a plenitude humana".


Drama familiar

Superar montanhas de dificuldades é o ritmo natural da vida. No volume 10 da Nova Revolução Humana, Ikeda sensei relata que após tirar fotos com integrantes da Divisão Feminina de Jovens, duas irmãs, Mutsumi e Toshie, levantaram as mãos. Aos prantos, relataram o drama familiar.


Elas, o irmão, outras duas irmãs e a mãe iniciaram a prática havia oito anos motivados pela desarmonia familiar e dificuldade financeira. O pai, metalúrgico, ganhava pouco e não conseguia sustentar a família — começou a beber todas as noites depois do trabalho, perambulava pelos bares, gastando seu salário:

“Quando a esposa, Kiku, pedia-lhe que deixasse mais dinheiro para sustentar os filhos, ele ficava violento, agredindo-a. Essa cena, que se repetia constantemente, ficou gravada no coração das crianças”.


A prática na Soka Gakkai

A mãe, ao visitar os pais, ouviu sobre a Soka Gakkai e pensou: “Se é possível ter felicidade em meu lar, então vou praticar na Soka Gakkai”. Ela recebeu o Gohonzon e com o passar dos dias se sentia cada vez mais alegre e radiante. E o marido? Ikeda sensei relata: “Com a conversão da esposa e dos seis filhos, o marido sentiu-se isolado dentro de casa e começou a contrariar a prática da fé e a beber ainda mais. Porém, a esposa, Kiku, não se intimidou e manteve firme a convicção de que a felicidade dela e dos filhos dependia unicamente da prática do budismo”.


Intolerância do marido

A mulher estava firmemente decidida a não recuar. Mas a situação piorou:

“Quando a oposição do marido se tornava mais violenta, ela escondia o Gohonzon dentro do guarda-roupa. Após ele dormir, consagrava-o no oratório e recitava Nam-myoho-renge-kyo com seriedade e voz baixa até tarde da noite. Entretanto, essa situação não durou muito tempo. Ele descobriu onde estava escondido o Gohonzon e danificou-o diante da esposa e dos filhos, que, aos prantos, tentaram impedi-lo”.


A mãe não se abalava por nada

O sentimento de ódio dos filhos somente amenizou quando a mãe disse: “— Não se preocupem com essa situação que estamos enfrentando. Na verdade, nossa prática da fé está sendo testada pelo Gohonzon com a oposição do papai. Ao ultrapassarmos essa dificuldade, mudaremos o destino e transformaremos o veneno em remédio. Pensando dessa forma, devemos agradecer e tentar prezar o papai. Acredito que ele esteja sofrendo mais do que nós”.


Elas continuaram a prática e, apesar da vida humilde, mãe e filhas eram alegres, radiantes e esperançosas. A oposição do pai diminuiu. Cinco anos depois, elas atuavam como líderes na Gakkai.


Reviravolta

Quando o longo inverno de dificuldades da família parecia chegar ao fim, Kiku teve problemas no fígado e faleceu.

Todos ficaram chocados com a repentina morte da mãe, mas sua fisionomia rosada, serena e sorridente, como se estivesse dormindo tranquilamente, revelou que a prática da fé foi fundamental para a família. O marido ficou tão impressionado com o belo aspecto da esposa que nunca mais se opôs aos filhos. Os seis irmãos juraram se empenhar em prol do kosen-rufu e corresponder à vontade da mãe. Todos dedicaram a vida a encorajar pessoas. Ikeda sensei disse às duas irmãs com a força e o carinho de um verdadeiro pai:

“— Apesar das dificuldades, vocês se esforçaram admiravelmente. Sua falecida mãe está muito feliz e orgulhosa de vocês e de seus irmãos. Daqui em diante, talvez enfrentem outras adversidades, mas nunca sejam derrotadas. Mantenham-se ao lado da Soka Gakkai e sejam muito felizes. Enviem minhas recomendações à família”.


Fonte: Brasil Seikyo, ed. 2.387, 16 set. 2017, p. A9
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