Fuja do sentimentalismo e pratique a sensibilidade
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Fuja do sentimentalismo e pratique a sensibilidade


Cada ser humano enfrenta em sua jornada cotidiana vários desafios e muitas vezes não nota a angústia de pessoas do meio em que convive. Temos a tendência de sempre pensar que ninguém tem mais problemas do que nós.


Nos fechamos na crença de que não há nenhuma causa mais importante do que a nossa e nos tornamos intolerantes em nossas buscas. E, às vezes, somos tomados pelo sentimentalismo exagerado e nos afastamos da sensibilidade de notar o outro. 


Sentimentalismo pode ser definido como a tendência de basear ações e reações em emoções e sentimentos, em oposição à razão. Já a sensibilidade é a disposição para sentir ou para se emocionar diante de algo ou alguém, de sentir compaixão, simpatia pela humanidade; piedade, empatia e ternura.


No Budismo de Nichiren Daishonin, somos encorajados a desapegar do sentimentalismo e exercitar a nossa sensibilidade. O Dr. Daisaku Ikeda exemplifica: “estender a mão para a pessoa que está à nossa frente, conversar com ela, dar-lhe esperança e coragem para viver e proporcionar que alcance a felicidade por seus próprios esforços — esta é realmente a definição de uma religião mundial”.


E essa sensibilidade que o Seikyo Post propõe para você colocar em prática: olhar e estender a mão para quem está ao seu lado. Não sabemos o que cada pessoa enfrenta no seu íntimo, mas sabemos que muitos se isolam no sofrimento ou atacam sem motivo apenas para se defender. 


Como praticantes do budismos temos a oportunidade de aprender a evidenciar a benevolência do Buda. Quando manifestamos a convicção de que superamos tudo com a vigorosa recitação do Nam-myoho-renge-kyo ao Gohonzon e lutando em prol da felicidade das pessoas, fortalecemos ainda mais nossa fé com a consciência de que somos bodisatvas da terra e temos a importante missão de construir uma sociedade de paz.

Então desapegue do sentimentalismo de pensar que ninguém sofre mais do você e pratique a sensibilidade de olhar para todos que estão a sua volta precisando de um "ombro amigo". Você pode se surpreender.

Fonte: Brasil Seikyo, Ed. 2406, 03 fev 2018/Em Dia e Caderno das Divisões.


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