Gratidão, a fragrância que rompe o carma
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Gratidão, a fragrância que rompe o carma

A gratidão é a mãe do juramento, a raiz da felicidade e a essência da coragem. Isso porque ela nos faz sermos mais humanos

Ter gratidão é se alegrar e enaltecer as pessoas e coisas que contribuem para a sua existência. Ser grato é estar atento e aberto a perceber que existe uma rede complexa de situações que gentilmente lhe oferecem condições para viver.


Sinceridade que vem do coração

O presidente Ikeda explica que “a sinceridade de seus esforços para demonstrar gratidão ilumina o mundo. Nós também conseguimos nos tornar felizes graças ao Gohonzon. E graças à SGI, que nos ensinou sobre o Gohonzon, aprendemos o correto caminho a ser seguido na vida. Se acalentarmos no fundo do coração o espírito de retribuir, nossa boa sorte aumentará a passos largos."


E ele alerta: “Não importam as aparências, se a pessoa perder o espírito de gratidão, sua arrogância destruirá toda a boa sorte. Serão incapazes de transformar seu estado de vida. Uma sutil diferença em nossa determinação, ichinen, cria resultados diametralmente diferentes. Mesmo que a pessoa tenha uma alta posição na organização ou seja bem-sucedida na sociedade, se esquecer de ter gratidão, seu coração se tornará miserável, mesmo que não consigamos ver seu declínio”.


Gratidão ao mestre

A gratidão ao mestre é, para nós, o maior tesouro que temos. Por causa do mestre conhecemos o budismo, temos o Gohonzon e a organização e usufruímos de orientações maravilhosas e precisas sobre a forma correta de praticar o budismo.


A gratidão é a mãe do juramento, a raiz da felicidade e a essência da coragem. A gratidão nos faz ser mais humano. A ingratidão nos rebaixa a ser menos que um animal.


Faço o que for preciso

A gratidão nas ações faz toda a diferença. “A ação pode ser a mesma, mas o que importa e a diferencia é o sentimento com que é feita. Tomar a iniciativa de agir, imbuídos do sentimento de: ‘Se for pelo kosen-rufu, estou disposto a fazer qualquer coisa!’; ‘vou me dedicar ao máximo com toda a alegria!’. As grandes flores do benefício desabrocham em meio a essa postura e nela existe o caminho direto para acumular ilimitada e infinita boa sorte na vida", cita o presidente Ikeda.


O maior dos presentes!

Ao ganhar um presente, retribuímos com outro presente. “A atitude de retribuir um favor comprova a humanidade de uma pessoa”, aponta o Dr. Ikeda.


Recebemos o maior dos presentes quando nos apresentaram o budismo e inspirados, decidimos praticá-lo – isso é shakubuku. E, a forma de retribuir é, também, fazer o shakubuku.


Propagamos a alegria da prática da fé

O que propagamos quando falamos do budismo não são conceitos nem teorias. Propagamos nossa alegria.

Nosso estado de buda é o que temos de melhor para doar. Portanto, não dá para fazer shakubuku sem a oração sincera do Nam-myoho-renge-kyo. Ao iniciar a batalha da propagação, é vital a oração sincera e apaixonada desejando que todos ao redor sejam felizes também. O brilho da sua vida será, naturalmente, compreendido e atrairá os que querem praticar o budismo. O presidente Ikeda orienta: “Shakubuku deve ser feito de maneira prazerosa. Independentemente da reação do outro, falem com total sinceridade sobre a grandiosidade do budismo e da fé".


Presidente Ikeda conta a história da Sra. Iwata:

Essa história está na parte 47 do capítulo “Hooki”, volume 26 da Nova Revolução Humana no qual uma líder incentiva uma recém-convertida chamada Iwata, que sofria de tuberculose:


“A líder da DF de Tóquio prosseguiu dizendo a Iwata colocando mais força nas palavras:

— Sra. Iwata, o caminho direto para se livrar das amarras do destino é o shakubuku. Ao desejar a felicidade das pessoas e ensinar-lhes o budismo, evidenciará a grandiosa vida do Buda e do bodisatva dentro de si mesma. E, com essa poderosa energia vital que emanará da sua vida, transformará seu mau carma e superará a doença. Vamos, juntas, nos empenharmos para a realização do shakubuku e a propagação do budismo!


Na manhã seguinte, Iwata começou a fazer visitas para realizar o shakubuku. No início da tarde, ela pensou: ‘logo virá a febre...’. No entanto, naquele dia ela não teve febre e na tarde do dia seguinte também não, nem no outro dia. A febre nunca mais voltou.


Esse foi o primeiro benefício perceptível de Iwata. Ela sentiu uma transbordante convicção. Esquecendo-se de que até mesmo possuía uma doença, empenhou-se ao máximo nas atividades para o kosen-rufu. Ao se dar conta, percebeu que não só a febre havia desaparecido, como também todos os sintomas da tuberculose".


Fonte: Brasil Seikyo, ed. 2.168, 23 fev. 2013, p. A4
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