Nascemos para desfrutar a vida
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Nascemos para desfrutar a vida

Felicidade absoluta é imutável — em qualquer situação sua energia vital vence o ambiente

O presidente Ikeda cita: “Nós definitivamente não nascemos para sofrer e nos tornarmos infelizes. Nascemos para sentir a verdadeira alegria e conquistar a felicidade, sem jamais nos permitirmos ser derrotados por quaisquer infortúnios — é essa a mensagem essencial do Sutra do Lótus".

O maior desafio da vida é ter energia para superar as dificuldades ao mesmo tempo em que desfruta a vida ao máximo. E é exatamente este, o objetivo da prática budista.


Essa condição mental indestrutível é “um estado de vida de felicidade absoluta”. Felicidade relativa está vinculada e depende de circunstâncias (muda conforme o vento). Felicidade absoluta é imutável — em qualquer situação sua energia vital vence o ambiente: isso é ser “feliz e tranquilo”.


Esse conceito revolucionário nasceu com o budismo há 2.500 anos e está na essência do capítulo “Meios” do Sutra do Lótus de Shakyamuni. Nós o repetimos todos os dias no gongyo: “Shu-jô-shô-yu-raku”.

“‘Shujo-shoyu-raku’ quer dizer nascemos neste mundo para vivermos ‘felizes e tranquilos’. kosen-rufu é ser feliz e também fazer os outros felizes. Quanto mais difíceis as circunstâncias, devemos lutar, com alegria e disposição ainda maiores!”, acrescenta o presidente Ikeda.


O Sutra do Lótus fala diretamente ao coração. Ele nos pede que perguntemos a nós próprios: “Com que propósito nasci neste mundo? As pessoas nascem para sofrer? Nascem para viver em constante preocupação? Nascem para lamentar o destino?”

Você nasceu para desfrutar a felicidade absoluta. Não aceite menos; não se permita viver com medo nem num estado infernal de sofrimento e instabilidade.


O budismo traz uma visão revolucionária porque inverte a lógica do senso comum. Quanto mais difícil a situação, mais alegria e entusiasmo você sente e essa energia (felicidade, alegria) transforma sua situação e se expande aos outros. Essa é a sabedoria do Buda!


Mas como desfrutar a felicidade se vivemos num mundo caótico, egoísta e desprovido de valores? Seja mais forte que a pressão do ambiente. O presidente Ikeda afirma: “Como é difícil viver e resistir em um mundo tão cheio de sofrimentos e temores! Se nosso estado de vida for fraco, no fim seremos derrotados”.


Quem manifesta a energia vital do estado de buda faz “este mundo saha se converter num paraíso no qual ‘os seres vivem felizes e tranquilos’”.

A forte energia vital e sabedoria oriunda da prática animada do gongyo, daimoku, atividades no bloco, etc. são exercícios de fé que eliminam o temor da mente. Ao aparecer os problemas sua reação é repleta de confiança e maestria.


O presidente Ikeda refina ainda mais o conceito de “felizes e tranquilos”: “‘Tranquilo’ significa livremente — ser livre! ‘Felizes’ quer dizer viver com sinceridade e com plenitude. A chave em todos os casos está em nosso estado de vida”.

Importante: Ser feliz e tranquilo não tem nada a ver com prazeres superficiais e hedonistas. Diante dos mares tempestuosos da realidade, esses prazeres mostram-se fúteis e inúteis.


Ser feliz e tranquilo é ser otimista. Praticamos o Budismo de Nichiren na SGI para manifestar aqui e agora por meio do daimoku e do shakubuku a força interior que só aumenta diante dos “nãos” da vida diária.

O bom de tudo isso é que, segundo o presidente Ikeda, ao aprendermos a viver assim, não mais esquecemos: “Uma vez que adquirimos a habilidade de sermos otimistas, jamais a perdemos; é como aprender a nadar ou a andar de bicicleta”.



Fonte: Brasil Seikyo, ed. 2.211, 18 jan. 2014, p. A4

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