O elefante embriagado
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O elefante embriagado

O buda Shakyamuni tinha um primo chamado Devadatta que o invejava e, por isso, tentava destruí-lo.

Certa vez, quando Shakyamuni e seus quinhentos discípulos estavam no castelo Raetsu, Devadatta convenceu o rei Ajase a participar de um plano para matar o Buda. Eles providenciaram para que o feroz elefante chamado Naguiri fosse preso, embriagado e solto no momento em que Shakyamuni estivesse passando pela rua.

O rei ordenou então que a população não saísse de casa na manhã seguinte. No entanto, algumas pessoas souberam da conspiração e alertaram o Buda.

Shakyamuni acalmou-o dizendo que nada de mal lhe aconteceria. No dia seguinte ele se dirigiu ao castelo do rei acompanhado de seus discípulos.

Quando o Buda se aproximou do castelo, o rei ordenou que o elefante fosse libertado. Segurando uma espada em sua tromba, o elefante, fora de si, avançou em direção a Shakyamuni e todos os discípulos fugiram apavorados.

As pessoas ficaram admiradas quando o elefante, tocado pela magnificência e benevolência do Buda parou de repente, ajoelhou-se diante dele e deixou cair a espada de sua tromba. E, assim Devadatta e o rei Ajase fracassaram em sua tentativa de matar Shakyamuni.


Conclusão

Essa história mostra a extraordinária benevolência e inabalável condição do buda Shakyamuni. Da mesma forma, nós, praticantes do budismo, podemos evidenciar uma elevada condição de vida capaz de transformar tudo ao nosso redor.



Parábola extraída e adpatada da RDez, ed. 161, maio 2015

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