O extraordinário poder do Gohonzon
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O extraordinário poder do Gohonzon

Associados da SGI em todo o mundo recitam o Nam-myoho-renge-kyo diante desse objeto de devoção

Quem revelou o Gohonzon?


Foi Nichiren Daishonin no século 13, no Japão. O Gohonzon tem o formato de pergaminho e nele está escrito “Nam-myoho-renge-kyo Nichiren” em sua parte central. Em todo o mundo, os associados da SGI possuem o Gohonzon consagrado em seu oratório.


O significado do Gohonzon?


“A palavra japonesa honzon significa ‘objeto de devoção ou respeito fundamental’, ou seja, o objeto que respeitamos e para o qual nos devotamos tendo-o como a base fundamental da vida. Por isso, naturalmente, aquilo que estabelecemos como objeto de devoção tem impacto decisivo na direção da nossa vida” (BS, ed. 2.231, 14 jun. 2014, p. B1).


Em qualquer religião, o objeto de devoção é de fundamental importância. Sendo assim, qual é o verdadeiro significado do objeto de devoção chamado Gohonzon, no Budismo de Nichiren Daishonin?


Em O Aspecto Real do Gohonzon, Daishonin diz: “Jamais busque este Gohonzon fora de si mesmo. O Gohonzon existe apenas dentro do corpo de pessoas como nós, mortais comuns, que abraçam o Sutra do Lótus e recitam o Nam-myoho-renge-kyo” (WND, v. I, p. 832).


“Tudo depende da nossa fé. Quando possuímos forte fé, nossa vida se torna uma ‘concentração de benefícios’, exatamente como Daishonin descreve o Gohonzon. Ele afirma: ‘Este Gohonzon também se encontra unicamente nos dois ideogramas com as quais se escreve fé.’ Uma pessoa com forte fé jamais se vê num beco sem saída” (Ibidem).


Poder do Gohonzon

No capítulo “Luta Conjunta” da Nova Revolução Humana, o presidente Ikeda relembra o episódio da Sra. Toshiko Yamamura, que participara de uma reunião com a presença de Shin’ichi Yamamoto [pseudônimo do presidente Ikeda], e ela o indaga:


“Desculpe-me pela pergunta, mas para mim o Gohonzon parece ser apenas um pe­daço de papel. Por que meras palavras es­critas numa folha de papel teriam tal poder?


Shin’ichi respondeu sinceramente:


O papel pode ter um poder extraordiná­rio, não concorda? Jogaria fora um cheque de 50 mil ou de 100 mil ienes por se tratar ‘ape­nas de papel’? Se recebesse um telegrama dizendo ‘Sua mãe se encontra em estado crítico’, o impacto não seria profundo, apesar de serem apenas palavras escritas no papel? Um mapa é apenas papel. Mas, se con­fiarmos nele e o utilizarmos chegaremos ao destino pretendido. O Gohonzon é o objeto de devoção para ativarmos um grandioso estado de vida de modo que possamos nos tornar genuinamente felizes” (BS, ed. 2.276, 23 maio 2015, p. D1).


Qual a forma de recitar daimoku diante do Gohonzon?


“Mantenha um profundo respeito no coração, seja sincera com o Gohonzon. Ore com toda a seriedade e sinceridade por tudo o que você deseja, para vencer as dificuldades e realizar seus objetivos. O Gohonzon irá ouvi-la com profunda benevolência. Nos momentos de tristeza, de amargura ou sofrimento, abrace firmemente o Gohonzon com sua oração como uma criança busca a proteção de sua mãe.


Recite daimoku como se dialogasse com ele e transmita tudo que se passa com você. Quando perceber seu próprio erro, reflita sinceramente e se corrija. Decida não repetir o mesmo erro e assinale uma nova partida em sua vida. Nesse momento, determine que vencerá a todo custo e ore com a força do rugido do leão que move todo o universo a seu favor. E quando vencer, ore novamente daimoku com profundo sentimento de gratidão ao Gohonzon. Por isso, não há nada a temer. Desfrute plenamente cada momento com satisfação e tranquilidade.


O daimoku transforma a amargura em alegria, e a alegria num grande júbilo. Portanto, nos momentos de alegria ou de tristeza, nas horas boas ou más, haja o que houver, aconteça o que acontecer, recite sempre daimoku. Esse é o caminho direto para a felicidade” (BS, ed. 1.648, 20 abr. 2002, p. A7).




Fonte:


Brasil Seikyo, ed. 2327, 11 jun. 2016 - Budismo Fácil


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