O respeito pelas pessoas é a base da SGI
  • CONHEÇA O BUDISMO

O respeito pelas pessoas é a base da SGI

O budismo ensina que todas as pessoas possuem em sua vida a suprema natureza de buda

Com base na seção Meu bloco, minha alegria — Respostas do romance Nova Revolução Humana para os desafios da vida diária — publicada no jornal Brasil Seikyo. Texto para apoio às atividades na linha de frente da BSGI, principalmente para novos associados.


Foram utilizados trechos do trechos do capítulo “Esplendor” do volume 9 da Nova Revolução Humana.


Caráter acolhedor

O ponto central da prática budista na SGI é respeitar as pessoas. O campo de atuação para essa prática do respeito é a vida diária, em meio ao corre-corre familiar, amigos, trabalho e também indivíduos muitas vezes com gostos, comportamento e problemas diferentes dos nossos. Desprezar uma única pessoa (mesmo que ela não pratique a mesma religião que você ou qualquer outro motivo) é o mesmo que desprezar a humanidade inteira. Por outro lado, o shakubuku é o ato de reverenciar, elogiar, interagir e agir pela felicidade da pessoa que está bem diante de você.


Roma, cidade do amor

No volume 9 da Nova Revolução Humana, Ikeda sensei e comitiva desembarcaram em Roma, na Itália. No mesmo dia, eles se reuniram para dialogar com alguns líderes locais. Ele ouviu atenta e respeitosamente a situação relatada por eles e os incentivou a se empenharem na prática da fé para superarem cada dificuldade.


Dificuldade não é desonra!

No retorno ao hotel, dentro do carro, um dos membros da comitiva comentou:

“— Todos os membros estão passando por sérias dificuldades. O pior é que estão perdidos em meio aos problemas e não estão conseguindo superar esses obstáculos. Para ser franco, tenho dúvida se são dignos de atuar como líderes da Gakkai aqui da Itália”.


Aquele comentário era um insulto ao princípio elementar do budismo: o absoluto respeito ao ser humano que está próximo. Ikeda sensei advertiu imediatamente e com toda a rigorosidade:

“— Você acha que o melhor seria encontrar uma pessoa que tenha dinheiro, boa posição social e nenhum problema na vida para, então, nomeá-la líder?”


O líder ficou mudo. O Mestre continuou ainda com mais ênfase:

“— Você nunca encontrará uma pessoa em condições ideais. Todos têm alguma dificuldade. Os sofrimentos são questões inevitáveis, fazem parte da natureza humana que abrange o nascimento, o envelhecimento, a doença e a morte. O brilho do humanismo não surge na vida de uma pessoa que não enfrentou nenhum sofrimento. Saiba que não é vergonhoso nem desonroso passar por dificuldades. Saiba também que os atuais líderes da cúpula da Gakkai desafiaram suas dificuldades e se empenharam firmemente nas atividades pelo kosen-rufu. Eles lutaram em prol das pessoas por terem seus próprios problemas. O mais importante para os líderes da SGI é jamais serem derrotados pelas dificuldades. Essa é a condição principal".


Visita ao Vaticano

No dia seguinte, foram conhecer a Praça de São Pedro, no Vaticano.


“Shin’ichi já tinha visitado a Basílica de São Pedro em viagens anteriores. Porém, agora, desejava aproveitar a oportunidade para conhecer melhor essa obra monumental.”


Após tirarem fotos na praça, um casal italiano se aproximou de Ikeda sensei lhe mostrando uma máquina fotográfica e pediu que ele tirasse foto deles. O líder da SGI atendeu gentilmente e os fotografou tendo ao fundo a Basílica de São Pedro. O casal era do sul da Itália e estava em lua de mel.


“— Parabéns! Fico feliz em encontrar um casal tão simpático. Posso tirar uma foto com vocês? — Shin’ichi entregou sua máquina fotográfica para Akisuki e se posicionou ao lado do casal. Pediu o nome e o endereço deles para enviar as fotos como lembrança do encontro.”


Um líder explicou que Ikeda sensei liderava uma instituição de 5 milhões de budistas. Os cônjuges ficaram espantados:

“— Por favor, perdoe nossa indelicadeza. Acabamos até pedindo ao senhor, uma pessoa tão importante, que tirasse uma foto nossa". Ikeda sensei disse sorrindo, revelando como um budista deve tratar as pessoas:

“— Não se incomodem com isso. O importante é que todos nós somos seres humanos iguais. E é natural que uma pessoa que professa uma fé seja prestativa para com as outras . O rapaz lhe perguntou: — Os líderes budistas são todos informais como o senhor?

— Não posso falar pelos outros. Porém, uma vez que o budismo ensina que todas as pessoas possuem em sua vida a suprema natureza de buda, não é correto se relacionar com as pessoas de forma autoritária e prepotente. Com o rosto corado, o rapaz disse:

— Sou católico e sinto que este encontro com o senhor me ensinou uma nova visão sobre o âmago da crença religiosa. Estou muito feliz em conhecê-lo.

— O privilégio foi meu de conhecer um casal tão maravilhoso. Por favor, venham visitar nosso país”.


Fonte: Brasil Seikyo, ed. 2.392, 21 out. 2017, p. A7
TAGS:CONHEÇA O BUDISMO

• comentários •

;