Perguntas básicas sobre o Budismo Nichiren
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Perguntas básicas sobre o Budismo Nichiren

Nascemos para ser feliz e vencer em tudo


Vencer! Praticamos o Budismo de Nichiren Daishonin para vencer continuamente em tudo.


Vencer é ser feliz, ser forte emocionalmente. Ao praticarmos o budismo com persistência, desenvolvemos uma postura serena diante das dificuldades do cotidiano. Desenvolvemos um estado de espírito límpido como um céu azul.


Como atingimos essa condição? Cultivando a força interior e polindo a fé. As atividades essenciais ensinadas na SGI nos desenvolvem nesse sentido. O Nam-myoho-renge-kyo, por exemplo, é uma prática perfeita que começa com a invocação da coragem diante dos problemas e se completa com a recitação do daimoku e o compartilhar da alegria com as pessoas. Nessa prática há o treino da autoconfiança nos momentos difíceis, há a persistência da recitação aumentando a cada instante a fé e a alegria, e há a luta contra o egoísmo ao fazer shakubuku. Somemos à essa prática as reuniões de palestra, as visitas, o estudo da filosofia budista, etc. Tudo são exercícios para sermos felizes aqui e a agora e com isso vencer na sociedade.


“A recitação do Nam-myoho-renge-kyo é a chave para a eterna vitória. Não há como a vida das pessoas que abraçam e recitam o Nam-myoho-renge-kyo terminar em tristeza, derrota ou miséria. Abraçamos um ensinamento insuperável; possuímos uma espada preciosa e um grande tesouro — a Lei Mística. Por isso, espero que vocês mantenham uma disposição invencível e conquistem a suprema vitória, não importando quantos obstáculos encontrarem pelo caminho, dolorosos ou desafiadores. É isso o que o budismo ensina. Por favor, deem o melhor de si!” (BS, ed. 1.969, 1o de jan. 2009, p. A4)



Porque o daimoku é a própria felicidade. Ele é energia vital. Temos fé, recitamos e propagamos o Nam-myoho-renge-kyo porque fazer isso nos deixa profundamente felizes aqui e agora. Essa farta alegria nos impulsiona a enfrentar cada tarefa e problema com foco, sabedoria e força. Daimoku é esperança, é coragem — é tudo o que precisamos para ter uma vida de completa satisfação. Nada nem ninguém vence uma pessoa que recita e propaga o daimoku.


“Nós somos dotados igualmente da natureza do buda. O objetivo último da vida é evidenciarmos a vida do buda e manifestarmos o estado de buda aqui e agora. É o poder benéfico do Gohonzon que garante isso. ” (BS, ed. 2.272, 11 abr. 2015, p.B4)



É imediato. Na essência do Nam-myoho-renge-kyo está o renge, a simultaneidade da causa e do efeito. A causa e o efeito ocorrem juntos. Recitar daimoku é a causa e sentir alegria é o efeito. Ambos acontecem sem espaço de tempo entre eles. O requisito para que a Lei Mística seja ativada é a fé. Quando se está convencido que o daimoku é a fonte da felicidade humana, então a prática provoca efeito imediato. Não importa em que situação esteja ou o que tenha feito, o poder do daimoku é infinito e, com a fé correta, a recitação varre toda a negatividade e experimentamos “a maior das alegrias”.


“Quem foi que, pela primeira vez na história do budismo, realizou a ampla propagação da Lei assim como Daishonin instruiu? Permitam-me declarar de forma bem enfática, aqui e agora: fomos nós, da Soka Gakkai, e ninguém mais’” (BS, ed. 1.662, 10 ago. 2002, p. A3)



Quando Jesus Cristo nasceu, o budismo já existia há cerca de 500 anos.


O fundador, Sidharta Gautama, era um príncipe que decidiu descobrir a essência da vida. Para isso, precisou abandonar a vida luxuosa e viver em meio ao povo, tomando contato com os quatro sofrimentos comuns a todas as pessoas: nascimento, envelhecimento, doença e morte.


Sua iluminação (“buda” significa “o iluminado”) o fez compreender a essência da vida. Seus ensinamentos mais importantes estão no Sutra do Lótus de 28 capítulos.


Nichiren Daishonin, no século 13, cerca de 1,7 mil anos depois de Shakyamuni, encontrou, no Japão, o budismo sendo praticado de forma corrompida, o que acarretava sofrimento ao povo. Ele trouxe à tona o Sutra do Lótus e revelou o Gohonzon do Nam-myoho-renge-kyo como fonte da felicidade.


Setecentos anos depois, em 1930, os educadores Tsunesaburo Makiguchi e Josei Toda fundaram a Soka Gakkai, que tem como base a essência da fé de Daishonin.


Em 1960, Daisaku Ikeda assume como terceiro presidente da Soka Gakkai e inicia a propagação mundial do Gohonzon. Hoje, a Soka Gakkai Internacional (SGI) é a religião mundial que pratica em exato acordo com o desejo de Daishonin e está presente em 192 países e territórios.


“Nichiren Daishonin declara ter manifestado o estado de buda em seu próprio coração e se iluminado para as Três Grandes Leis Secretas lendo com sua vida a passagem: ‘Com a mente única desejando ver o Buda, eles querem lhes oferecer a vida’ ” (BS, ed. 1.522, 4 set. 1999, p. A3)



Elas compõem os três mais importantes ensinamentos transmitidos pelo Buda Nichiren Daishonin para que qualquer pessoa no futuro depois de sua morte pudesse ser feliz acessando plenamente a Lei Mística.


O presidente Ikeda afirma que “as ‘três grandes leis secretas’ podem ser consideradas o auge da busca e da prática de Daishonin” (Terceira Civilização, ed. 443, jul 2005, p. 16).


São elas: 1) O objeto de devoção, 2) a recitação de Nam-myoho-renge-kyo e, 3) o santuário ou o local onde se recita o Nam-myoho-renge-kyo diante do objeto de devoção (Fonte: CEND, v. I, p. 1018). São chamadas de secretas porque estavam implícitas no Sutra do Lótus até Daishonin revelá-las.


Todos que recebem o Gohonzon na SGI devem fazê-lo com o mesmo juramento do Buda: ser feliz e compartilhar a felicidade por meio da recitação e propagação do daimoku e do Gohonzon. Quem pratica com essa seriedade e comprometimento, ativa a Lei Mística por completo em sua vida e muda o ambiente.


“O primeiro passo para se criar uma sociedade melhor consiste em ajudar um amigo que passa por dificuldades. Sem orar com fervor, sem agir com coragem e sem incentivar as pessoas com benevolência não é possível provocar uma grande onda de transformação social” (BS, ed. 1.957, 27 set. 2008, p. A2)



A SGI expandiu de forma inédita o Budismo de Nichiren Daishonin para 192 países e territórios. Suas atividades têm um núcleo fundamental: a felicidade de todas as pessoas.


Partindo dessa premissa, seus componentes atuam se utilizando das orientações do presidente Ikeda como bússola e a felicidade das pessoas como meta. Suas ações abrangem o campo religioso, a paz, a educação, a cultura e todas as esferas da sociedade. O princípio básico da SGI é a revolução humana de seus associados. A força de uma única pessoa é inacretitável e quando ela se levanta, vence; e sua vitória causa impacto na humanidade inteira e revitaliza a sociedade.


A SGI age para que todas as pes­soas exerçam seu direito de ser planamente feliz.


“Não importando o quanto a época seja obscura, sempre que penso em meu nobre mestre, abre-se diante de mim um caminho iluminado por um raio de luz. Ah, o mestre é um espelho. O mestre é esperança. O mestre é força. Quando o mestre está em nosso coração, jamais hesitamos. Quando o mestre está em nosso coração, jamais somos derrotados” (BS, ed. 1.884, 24 mar. 2007, p. A3 - poema)



É fundamental! O budismo só se transmite por meio de uma pessoa em contato com outra.


Nosso mestre, o presidente Ikeda, é quem pratica corretamente e nos transmite com 100% de acerto a fé correta para vencermos em tudo.


O mestre é o modelo de conduta, é o farol e o guia quando o assunto é a forma correta de manifestar o estado de buda. Sem ele, levaríamos muito tempo para aprender o caminho certo.


Quando temos um bom mestre, compartilhamos do mesmo sonho dele e nos tornamos uma extensão de sua vida. Herdar a fé do mestre é herdar sua sabedoria e sua força.


A vida, os textos e as obras do presidente Ikeda contém toda a força da fé dele e, ao entrarmos em contato por meio do juramento seigan, nos animamos, desenvolvemos sabedoria e experiência e ficamos aptos à revolução humana. O mestre nos ensina como viver corretamente, como praticar o budismo da melhor forma.



Fonte:


Brasil Seikyo, ed. 2330, 9 jul. 2016 - Conheça o Budismo


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