Quebre a casca!
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Quebre a casca!

REVOLUÇÃO HUMANA é a palavra-chave do século 21. É o conceito fundamental para as pessoas romperem a “casca” do ego e serem plenamente felizes conduzindo todos à felicidade. O presidente da SGI, Dr. Daisaku Ikeda, afirma que “a Soka Gakkai é a religião da revolução humana” porque a meta principal de um associado da SGI é a revolução humana, ou seja, sair do comum, do rotineiro e, por meio de uma poderosa energia vital, dar novos passos que continuamente transformam a realidade.


No budismo, revolução humana é ir além, romper a mesmice e viver pelo bem maior. A energia do estado de buda é o combustível da revolução humana — uma transformação interna e profunda que continuamente impulsiona a vida para novos saltos. “A revolução humana ocorre a partir do momento em que uma pessoa passa a visualizar além do seu mundo restrito, rotineiro e comum, e se esforça para realizar algo mais grandioso, profundo e abrangente”, afirma o presidente Ikeda.


Revolução humana não torna alguém especial nem super-humano. Não é algo exclusivo para pessoas disciplinadíssimas nem está relacionado com técnicas. Todos podem e todos conseguem fazer sua revolução humana a partir do momento em que decidem dar um passo além, recitando Nam-myoho-renge-kyo com confiança e encarando com renovada energia cada coisa que faz. É criar valor em suas ações sem se contentar com a situação atual fazendo da sua vida inspiração para muitos se beneficiarem. É um modo de vida altruísta, grandioso, mas também calcado na realidade. Mesmo as pequenas coisas são feitas com alegria e se tornam valorosas, eternas.


Transformação, mudança profunda, revolução. Essas palavras podem soar muito bonito mas para alguns parece fora da realidade. Outros podem achar inclusive que uma mudança drástica de vida é necessária mas se sente incapaz de nesta altura da vida conseguir algo assim. Outros podem já ter tantas vezes tentado atingir metas e não conseguido que se sentem fracos e golpeados constantemente pelo destino.

O presidente Ikeda orienta com gentileza e compreensão: “Não há nada de errado com isso. Se fôssemos perfeitos desde o início não necessitaríamos realizar nossa revolução humana! As pessoas que no começo são completamente influenciadas pelo seu ambiente ou constantemente derrotadas por suas fraquezas, mas que, após certo tempo, passam por uma dramática transformação como resultado de uma sólida prática budista, acabam se tornando uma maravilhosa inspiração para os outros."


Somos seres humanos; é natural momentos de desânimo e turbulência. Quem faz sua revolução humana simplesmente renova a decisão, começa de novo, não se desencoraja. Essa maneira nova e vigorosa de reagir é impulsionada pela prática budista na SGI. Revolução humana é encarar os desafios diários com ânimo dizendo que se esforçará “ainda que somente mais um pouco”. A forma prática de vivenciar essa revolução é adotar como postura principal de vida o respeito total a cada pessoa — esse ato resume o budismo como religião de respeito absoluto à vida.


Neste século 21, a SGI instiga a mudança interna: “O sentimento de ‘ainda que somente mais um pouco’ é muito importante. Vocês darão um passo à frente, ou se contentarão em permanecer exatamente onde estão neste momento? Tudo na vida é determinado por essa decisão", diz o presidente Ikeda.

Com fé entusiasmada no Gohonzon a pessoa recita Nam-myoho-renge-kyo, faz shakubuku e participa de atividades como reunião de palestra, visitas e diálogos: essas são formas eficazes de revolução humana que resultam em mudanças positivas na família, no trabalho, em tudo!



Fonte: BS, ed. 2.270, 4 abr. 2015, p. C4

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