Relacionamento: o maior dos desafios
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Relacionamento: o maior dos desafios

Confira respostas da Nova Revolução Humana para os desafios da vida diária como apoio às atividades na linha de frente da BSGI

Meu Bloco, Minha Alegria é uma série para colaborar e inspirar os diálogos nas pequenas reuniões nos blocos e nas organizações da BSGI. A fonte será sempre os 30 volumes da Nova Revolução Humana, a imortal obra de Daisaku Ikeda [Shin’ichi Yamamoto no romance] que responde a tudo quando se trata da maneira correta de viver e da atuação na SGI.


Relacionamento — não há desafio maior neste século!

Pais, mães, filhos, filhas, mulher, marido, namorado(a), amigos, colegas de trabalho, membros e líderes da SGI: a maior parte do drama da vida pessoal moderna passa pela questão dos relacionamentos entre pessoas. Quem domina a arte de se relacionar é feliz, expande a vida e cria valor no contato com cada indivíduo.


A batalha de Nishizaki

No volume 15, por exemplo, Ikeda sensei conta a história do Sr. Nishizaki, um membro da SGI que viu seus negócios falirem, mas se reergueu:

“Nishizaki era um homem de boa índole e, apesar de vender muita mercadoria, sentia dificuldade de cobrar o que os clientes lhe deviam. Quatro anos após ter aberto sua empresa malogrou em decorrência da imensa dívida que ele havia acumulado. Em algum canto de sua mente, havia pensado que tudo daria certo por causa de sua fé, mas esse era um comportamento negligente e comodista. Parecia impossível pagar o dinheiro que devia. A única alternativa em que pensava era fugir na calada da noite, mas à medida que foi dando continuidade à oração fervorosamente em virtude da situação, sua atitude mudou".


Jamais fugirei dos meus problemas

O presidente Ikeda relata em detalhes o drama do Sr. Nishizaki e sua decisão de assumir a responsabilidade e agir com total seriedade. Eis um trecho:

“Nishizaki refletiu: ‘Se fugir de minhas dívidas, ninguém jamais confiará na Soka Gakkai e o kosen-rufu em Misaki (cidade onde mora) retrocederá. Sou membro da Soka Gakkai. Sou Nishizaki da Soka Gakkai. Em prol do kosen-rufu, viverei e morrerei em Misaki. Não tentarei me esquivar de meus problemas’.


O orgulho de ser membro da Soka Gakkai o impediu de se omitir de suas responsabilidades. Nishizaki decidiu: ‘Sem fugir ou me esconder, irei a cada lugar onde devo dinheiro e me desculparei. E prometerei pagar o que devo, mesmo que seja um pouquinho por mês’. Mas ele precisava de coragem para levar isso adiante; portanto, orou com seriedade. Nam-myoho-renge-kyo é fonte de coragem”.


Prefeito da felicidade

Em menos de uma década ele pagou suas dívidas e viu o novo negócio prosperar. Ele aprendeu com o Mestre a se relacionar corretamente com as pessoas e a jamais fracassar na fé, mesmo que haja derrota no trabalho. A vitória dele inspirou os demais e até foi convidado a cuidar das questões comunitárias da localidade. Ikeda sensei o orientou:

“— Seu papel é promover o kosen-rufu em sua região e se tornar um promotor da amizade, que una o coração das pessoas. É ser um ‘prefeito da felicidade’, responsável por assegurar o bem-estar de todos na comunidade. Sempre tendo a fé como base, torne-se uma pessoa-chave que se esforça para criar uma comunidade próspera e pujante, que sirva de exemplo para todos. Você tem todo o meu apoio!”.


Bom caráter é dialogar

Ótimos relacionamentos nascem do bom caráter de quem respeita e conversa com as pessoas. O presidente Ikeda é mestre porque mostra pelas ações como nos tornarmos fonte da harmonia e jamais razão da discórdia. Ele demonstrou a Ishizaki como se relacionar com a vizinhança:

“Sempre que visitava Misaki, Shin’ichi andava de bicicleta pela vizinhança do centro comunitário, parando nas lojas da região, conversando com as pessoas e fazendo amizade com os moradores. Por meio desses esforços para conhecer os habitantes da localidade, Shin’ichi conquistou muitos amigos. Alguns, impressionados com o caráter dele, ingressaram na Soka Gakkai. Ele também passava nas lojas e casas dos membros e os incentivava”.


Fonte: Brasil Seikyo, ed. 2.382, 5 ago. 2017, p. A7
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