Revolução na liderança
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Revolução na liderança

Confira a proposta budista para uma forma de liderança inspirada na Lei Mística – uma solução eficaz contra os maus líderes

O Dr. Ikeda dá diretrizes sérias sobre o papel de um líder: "Os líderes da nossa organização existem para incentivar cada um dos companheiros com total sinceridade. Tanto os líderes como os veteranos existem para apoiar e inspirar os membros a manifestar coragem para encarar as dificuldades, romper os próprios limites e abrir o caminho de uma vida de vitórias.”


Grande confiança

Quando um líder é nomeado, recebe a energia da confiança. A ele é confiada a responsabilidade de conduzir uma, duas, centenas, milhares de pessoas. Mas conduzir para onde? Conduzir, por meio da fé e da própria transformação, os demais; até que todos, sem exceção, também estejam capacitados a conduzir outras pessoas ao estado de buda. Buda é quem cria budas!


Até a exaustão

O presidente Ikeda orienta claramente que líder que não se esforça mais que todos até a exaustão, é, na verdade, uma farsa. A confiança depositada num líder é sagrada e deve ser utilizada pelo bem comum; jamais para satisfazer seus interesses pessoais.


Todos, sem exceção

Um budista é, por missão e natureza, o líder do povo; o condutor dos amigos, dos familiares e dos cidadãos à felicidade. Por isso, deve agir “incitando um a um dos companheiros emergidos da terra a se levantar pelo grande desejo do kosen-rufu do mestre”.


Proteger a todos

Os líderes são nomeados para proteger as pessoas, para incentivá-las persistentemente. Para um líder, não há exceção, todos os seus liderados devem ser contagiados com seu entusiasmo, carinho e incentivos.


Bem comum

O problema é que a tendência dos líderes é se embebedar na pseudo sensação de poder. O poder que lhe é dado deve ser aplicado inteiramente para o bem das pessoas. Inteiramente! Quando ele usa sua força (confiança) para satisfazer seus objetivos pessoais, está desqualificado como líder. E, se não for combatido, poderá prejudicar muita gente.


A estratégia certa

Líder do kosen-rufu não usa estratégias comuns da sociedade. Ele se utiliza da “estratégia do Sutra de Lótus”, ou seja, a fé absoluta no Gohonzon por meio da qual ele ora, faz shakubuku e sente profunda alegria e plena satisfação. É essa energia que ele transmite aos liderados. Não são regras nem estratagemas, mas é a Lei Mística que um líder deve transmitir por meio da sua conduta. O líder de um time de vôlei, por exemplo, conduz o time ao título. O líder de uma bloco da SGI conduz o bloco ao estado de buda, que é a maior vitória humana.


Empregue o máximo de sua força

O presidente Ikeda explica: “Um líder que não se dedica a ponto de ficar exausto é uma fraude. Em grande parte, a miséria neste mundo provém do fato de que temos muitos líderes que meramente se preocupam consigo próprios. Tais pessoas se preocupam somente em proteger sua posição e desfrutar uma existência confortável". Ele continua: “A SGI existe para capacitar as pessoas que ficam exaustas de tanto trabalhar e se esforçar arduamente a conduzir uma existência plena, ajudando-as a se tornarem felizes. Os líderes devem estar dispostos e prontos a realizar até as mais árduas tarefas empregando o máximo de suas habilidades”.


Presidente Ikeda se encontraria com o papa

No romance Nova Revolução Humana (NRH) consta:“Shin' ichi Yamamoto [Daisaku Ikeda] planejava visitar Roma [em 1975], pois o Vaticano enviara a ele um convite oficial para encontrar-se com o papa. O presidente Yamamoto acreditava que um diálogo com representantes do cristianismo seria fundamental para alcançar a paz no mundo. Estava convencido de que, independentemente das convicções religiosas serem diferentes, por meio do diálogo era possível criar entendimento e cooperação mútuos no esforço para proteger as pessoas e edificar a paz. Ele conta: “Ele estava bem ciente de que a única maneira de gerar uma correnteza para a paz mundial seria dialogar não só com o mundo cristão, mas também com o islamismo, o judaísmo, hinduísmo e outras tradições religiosas.


Manter a determinação

“Oito anos se passaram desde que Shin' ichi entrara em contato com os representantes do papa. Por meio de um intercâmbio permanente de opiniões, eles concordaram que era importante aprofundar o entendimento entre o catolicismo e o budismo e trabalhar em conjunto para a construção de uma base comum para a paz mundial. Como resultado, Shin' ichi foi convidado oficialmente pelo Vaticano para se reunir com o pontífice durante sua visita à Europa, em 1975", se recorda o presidente Ikeda na NRH. Embora o encontro não tenha acontecido, ele jamais retrocedeu em sua determinação de promover o diálogo em prol do kosen-rufu: “No entanto, pouco antes de sua partida, o clero da Nichiren Shoshu manifestou forte objeção ao encontro com o papa. Embora ele lamentasse profundamente, sem a aprovação do clero, o presidente Yamamoto não tinha escolha a não ser cancelar a reunião. Se este encontro tivesse acontecido, quão significativo teria sido este diálogo pela paz mundial", consta no romance.


Fonte: Brasil Seikyo, ed. 2.167, 9 fev. 2013, p. A4
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