Um espírito invencível surge da fé
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Um espírito invencível surge da fé

Perseverar na fé e manter a convicção inabalável

Com base na seção Meu bloco, minha alegria — Respostas do romance Nova Revolução Humana para os desafios da vida diária — publicada no jornal Brasil Seikyo. Texto para apoio às atividades na linha de frente da BSGI, principalmente para novos associados.


Utilizamos trechos do capítulo “Torre do Tesouro” do volume 19 da Nova Revolução Humana.


No capítulo “Torre do Tesouro”, volume 19 da Nova da Revolução Humana, Shin’ichi Yamamoto [pseudônimo de Daisaku Ikeda no romance] incentiva calorosamente os integrantes do Grupo Livre, composto por membros comdeficiência visual, a se tornarem pessoas fortes e independentes por meio da sincera fé.


Vencer as adversidades

“No dia 26 de maio [de 1974], Shin’ichi compareceu inesperadamente à reunião de palestra do Grupo Livre [no Japão].

No início da tarde, ele fora informado sobre esse encontro que ocorreria no prédio do jornal Seikyo Shimbun. Pouco antes do início, o presidente Yamamoto interrompeu seu trabalho e dirigiu-se para o local da atividade.

A porta no fundo da sala abriu-se. Cerca de 70 membros do Grupo Livre e seus acompanhantes estavam no local”.


“Sorrindo, Shin’ichi Yamamoto disse:

— Olá! Todos vocês venceram! Hoje, vamos juntos recitar o gongyo para registrar esta nova partida.

Quando o gongyo terminou, ele virou-se e falou sinceramente aos membros, que pareciam um pouco tensos.

— Por favor, fiquem à vontade.

[Ele continuou]:

— É provável que vocês enfrentem mais adversidades na vida do que já enfrentaram antes. Mas, independentemente do que aconteça, por favor, vivam com otimismo, como grandes campeões que possuem coragem e esperança verdadeiras”.


Coração forte

“Shin’ichi continuou enfatizando a importância de ter paciência e perseverança para suportar qualquer dificuldade na prática budista.


— Também devemos ter esse espírito invencível. Como leões, continuamos a avançar sem sermos abalados por qualquer obstáculo ou contratempo, determinados a realizar o kosen-rufu e a nossa missão. Se cortarem o nosso pé esquerdo, ainda teremos o direito, e podemos continuar a luta com ele. Se esse for cortado, teremos nossas orelhas, com as quais poderemos ouvir a Lei. Mesmo que uma orelha seja cortada, haverá a outra. Se essa for cortada, nos restarão nossos olhos. Se forem arrancados, ainda teremos nossa voz, com qual podemos fazer shakubuku e recitar daimoku. Se a perdermos, ainda teremos a vida. Contanto que estejamos vivos, somos capazes de recitar daimoku em nosso coração.


As palavras de Shin’ichi foram, ao mesmo tempo, rigorosas e benevolentes.

— Aqueles que têm deficiência física ou outras deficiências precisam de caloroso encorajamento e apoio, mas também precisam ter espírito de autoconfiança e autoajuda. A dependência impede a autoconfiança. Pode até mesmo ser a causa da infelicidade. Isso porque pode nos levar a culpar e acusar os outros pela nossa situação ou nosso destino quando as coisas não vão na direção que desejamos ou não conseguimos o que queremos. Uma vida cheia de lamentação, reclamação, amargura e rancor é miserável”.


Eternidade da vida

“A felicidade traz o sol da alegria para elevar nosso próprio coração, construindo uma torre de tesouro que brilha em nosso íntimo. A única maneira de fazer isso é polir e desenvolver uma vida forte. [...] Do ponto de vista da eternidade da vida, mantendo acesa a chama da fé nas profundezas de seu ser, certamente desfrutarão uma maravilhosa saúde, verdadeira felicidade e realização em existências futuras. Com essa absoluta convicção, por favor, vivam com alegria e otimismo.

— Sim!

Eles responderam com uma forte e vibrante voz. Lágrimas refletiam nos semblantes de muitos. Todos sentiram fortemente a profunda preocupação e benevolência de Shin’ichi”.


Com este exemplo, aprendemos que quando nos dedicamos à Lei Mística, conquistamos uma felicidade não apenas neste momento, mas por todas as três existências do passado, presente e futuro.


Fonte: 
Brasil Seikyo, ed. 2.433, 25 ago. 2018, p. A7
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