Você é bom amigo?
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Você é bom amigo?

Laços de companheirismo que permitem o nosso desenvolvimento como um seres humanos de valor são exemplos de boa influência

O principal propósito da prática do Budismo de Nichiren Daishonin é manifestar o estado de buda (máxima felicidade). O budismo ensina o princípio “bom amigo” ou “boa influência” (zenchishiki, em jap.) — pessoa que ajuda outra a manifestar o estado de buda, que ensina sobre a prática da fé e a realização de seu máximo potencial, conduzindo-a à plena felicidade.


Na SGI, o laço de companheirismo que permite a relação humana de incentivos mútuos visando o desenvolvimento de cada pessoa como verdadeiro ser humano de valor é um autêntico exemplo de “boa influência”. O buda Nichiren Daishonin ressalta a importância de um bom amigo: “Mesmo a pessoa fraca não vacilará se aqueles que a apoiam forem fortes, mas a pessoa de força considerável pode cair num caminho acidentado quando estiver sozinha”. Daishonin conclui: “Portanto, o melhor modo para se atingir o estado de buda é encontrar um bom amigo”.


Bom mestre

O maior exemplo de zenchishiki no budismo é ter um bom mestre. O presidente da SGI, Dr. Daisaku Ikeda, incentiva diariamente os membros da SGI a desafiar e a vencer cada desafio com alegria e sabedoria, tornando-se assim uma pessoa de inestimável valor. “Um ser humano que possui apoio é forte; ele não é derrotado. Principalmente, se lutar com o apoio de um ‘bom amigo’ (zenchishiki), pode sobrepujar quaisquer tempestades de provações e fazer desabrochar as flores da vitória e da felicidade. O ideograma que representa a palavra ‘incentivo’ significa ‘estender uma força de dez mil’ ao outro. O diálogo sincero é o mais desprovido de vaidade, capaz de unir mais fortemente o coração das pessoas e aprofundar e espalhar ainda mais as raízes da confiança”.


Sol de alegria e incentivos

Ao contrário, um indivíduo que impede e desencoraja outra em sua busca da iluminação é chamada de “mau amigo” ou “má influência” (akuchishiki, em jap.). Um “mau amigo” é aquele que, intencionalmente ou não, dificulta ou impede a nossa prática budista. Lutar contra “maus amigos” significa fazer do seu próprio coração um sol de alegria e incentivos. É manifestar um estado de buda que se alegra diante de qualquer dificuldade.


Somos nós que determinamos se um indivíduo é um bom ou um mau amigo, isto é, se ele encoraja ou impede a nossa fé. Tomemos como exemplo alguém que nos critica e que faz de tudo para impedir a nossa prática. Se nos sentimos desencorajados a ponto de abandonarmos a prática budista, é porque permitimos que ele aja como mau amigo. Mas, se apesar de entristecidos transformarmos esses sentimentos em ímpeto para aprofundarmos ainda mais a nossa fé no Gohonzon, é porque enxergamos de todo o coração nessa pessoa um bom amigo.


Fonte: Brasil Seikyo, ed. 2.290, 5 set. 2015, p. A8
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