A gratidão e a alegria multiplicam a nossa boa sorte
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A gratidão e a alegria multiplicam a nossa boa sorte

Discurso do presidente Ikeda proferido numa conferência conjunta de Kyushu e Okinawa, realizada em Okinawa, no Japão, em 3 de março de 1998.

Daishonin afirma: “O que importa é o coração”.

Quando realizamos algo, encaramos o fato de uma maneira negativa, resmungando “Oh, não! De novo! Odeio isso!” ou temos postura positiva, afirmando a nós mesmos alegremente “Muito bem, eis uma nova oportunidade para acumular boa sorte!”?

Essa diferença, aparentemente pequena e sutil na atitude, pode fazer uma enorme diferença em nossa vida, gerando uma mudança de 180 graus. Isso é o que o Sutra do Lótus e a doutrina dos “três mil mundos num único momento da vida” nos ensina.

O coração é invisível, e o budismo provê uma compreensão abrangente sobre os princípios que o governam; representa a forma mais elevada de psicologia, neurociência e psicoterapia.

A gratidão e a alegria ampliam nossa boa sorte enquanto a lamentação e a negatividade a apagam.

No empenho para se propagar o Budismo de Nichiren Daishonin, atos que nascem de nosso desejo sincero de ajudar as pessoas e ensinar-lhes a grandiosidade da Lei Mística enchem a nossa vida de imensos benefícios e boa sorte.

“O que importa é o coração” — não existem palavras mais verdadeiras do que essas.

Os seres humanos são fracos e facilmente suscetíveis a queixas, ressentimento, inveja e desânimo. Porém, é em meio a essas circunstâncias que os praticantes do Budismo de Nichiren Daishonin mostram a diferença. Eles param de reclamar deixando de ser insatisfeitos e pessimistas; obtêm uma força interior que os torna confiantes e positivos fazendo seu coração transbordar de apreço e gratidão.

Com frequência verificamos que aqueles que vivem na cidade anseiam pela vida no campo, ao passo que as pessoas que moram no campo aspiram à vida na cidade, ou os solteiros sonham em se casar, enquanto os casados queriam ser solteiros novamente. Essa é a tendência comum do coração humano.

A felicidade, no entanto, não se encontra em algum lugar distante. É algo que devemos conquistar com nossas próprias mãos, por meio de nossos esforços aqui e agora.

Se tivermos uma postura positiva e de gratidão em relação à nossa comunidade, essa atitude gerará uma confiança e um impulso ainda maiores para as nossas atividades. A alegria do kosen-rufu se propagará.



Fonte: Brasil Seikyo, ed. 2.274, 9 maio 2015, p. B3

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