O poder da fé e da prática
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O poder da fé e da prática

A boa sorte é produzida de acordo com a força da nossa fé

Conforme as expressões “poder da fé” e “poder da prática” indicam, a convicção é um tipo de força ou poder. Quanto maior for sua convicção de que suas orações serão respondidas — ou seja, quanto mais forte for sua fé — mais forte será o poder do Gohonzon (a Lei Mística).


O “poder da prática” abarca a força de seu daimoku e da energia com que se dedica ao kosen-rufu pela felicidade de todas as pessoas e prosperidade de toda a sociedade. Quanto mais forte for sua prática para si e para os outros, mais poderá extrair do Gohonzon o poder do Buda e da Lei.


Apesar de afirmarmos que “as orações são respondidas” no Budismo de Nichiren Daishonin, a concretização de nossas orações não é algo mágico ou oculto; não tem nada a ver com algum ser misteriosamente iluminado ou um deus que habita um mundo distante e que, por ter piedade de nós, satisfaz nossos desejos.


Assim como existem leis físicas tais como as que controlam a eletricidade, que os seres humanos habilidosamente descobriram como fazer uso, o budismo investigou e revelou a Lei da vida e do universo. E assim como a luz elétrica foi inventada baseada nas leis da eletricidade, Nichiren Daishonin inscreveu o Gohonzon para nós com base na suprema Lei do budismo.


O Sr. Toda costumava descrever o Gohonzon da seguinte maneira: “Minhas palavras com certeza não fazem jus à sua grandiosidade, mas o Gohonzon pode ser comparado a uma ‘máquina de fazer felicidade’.” O Gohonzon é a manifestação máxima da sabedoria do ser humano e do Buda. É por essa razão que o poder do Buda e o poder da Lei manifestam sua força de acordo com a força de nossa fé e de nossa prática. Se o poder de nossa fé e prática equivale a cem, então seremos capazes de manifestar o poder do Buda e da Lei na mesma proporção; e se equivaler a dez mil, atrairemos uma força correspondente a dez mil.


Claro que é benéfico estudarmos os ensinamentos budistas. Quanto mais os estudamos, mais fortalecemos nossa compreensão, aumentando nossa apreciação pela grandiosidade e profundidade do budismo, o que, por sua vez, funciona para fortalecer nossa fé e convicção. O propósito fundamental do estudo budista é fortificar o poder de nossa fé e de nossa prática.


Fonte:

Brasil Seikyo, ed. 1.516, 24 jul. 1999, p. A3

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