Humanismo Soka

Daisaku Ikeda acredita que um movimento popular centralizado nas Nações Unidas é a chave para transformar o mundo, onde imperam a desunião e a hostilidade, num lugar de coexistência pacífica.

Anualmente, no dia 26 de janeiro — aniversário de fundação da SGI —, ele apresenta sua proposta de paz abordando temas e ideias para a contínua luta pela paz e pelo bem-estar do ser humano.

PROPOSTA DE PAZ 2015

Compromisso comum por um futuro mais humano: eliminar a miséria da face da terra

O líder da SGI aclama a dimensão ambiciosa dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), propostos pelas Nações Unidas (ONU) que reivindicam a eliminação da pobreza “em todas as suas formas e em todos os lugares”. Ele sugere maior colaboração entre a ONU e a sociedade civil.

Para assentar as bases da erradicação do sofrimento humano provocado pela pobreza e conflitos, Dr. Ikeda salienta a necessidade de um processo de reumanização da política e da economia pautado pela coo­peração solidária de cidadãos comuns, de um empoderamento do povo, sobrepujando o sofrimento e ampliando a esfera de nossas amizades e interesse pelos outros, que sirvam de alicerces da construção da paz.

Ele formula propostas específicas para a proteção dos direitos dos deslocados internos (pessoas deslocadas em seu próprio país) e dos que vivem fora do país de origem por motivos de ordem econômica. Também sugere que se inclua a proteção da dignidade da vida e dos direitos humanos dessas pessoas nos ODS, e pleiteia a cooperação regional para o empoderamento dos deslocados, particularmente nas regiões Ásia-Pacífico e do Oriente Médio, além da implementação de iniciativas pioneiras na África Ocidental.

Com relação à abolição das armas nucleares, um tema constante nas propostas do presidente Ikeda, ele enaltece o fato de que, em outubro de 2014, um total de 155 países e territórios tenham assinado a Declaração Conjunta sobre as Consequências Humanitárias das Armas Nucleares.

Dessa forma, assegura que, embora o fosso entre os países detentores de armas nucleares e os que defendem a abolição delas aparente ser vasto, o desejo de se evitar seu uso tem se tornado comum. Para ele, os chefes de Estado deveriam comparecer à Conferência de Revisão do Tratado de Não Proliferação Nuclear (TNP) de 2015 e os convida a enunciar os compromissos de seus governos para eliminar os perigos impostos pelas armas nucleares.

O Dr. Ikeda recomenda que haja maior cooperação regional e intercâmbio entre jovens, solicitando principalmente que China, Coreia do Sul e Japão se unam para criar um modelo regional desse tipo de colaboração.Ele frisa a relevância da revisão das cúpulas trilaterais China-Coreia-Japão e expressa o desejo de que os líderes dos três países possam coroar o 70º aniversário do fim da Segunda Guerra Mundial com a promessa de nunca mais entrarem em guerra.

No que se refere à terceira Conferência Mundial das Nações Unidas para a Redução do Risco de Desastres a se realizar em Sendai, no Japão, em março, menciona a iniciativa da SGI de organizar um workshop no qual representantes dos três países discutam possíveis ações colaborativas regionais na prevenção de desastres, atividades de socorro e recuperação pós-desastre.

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