Todos são presidentes e soldados rasos
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Todos são presidentes e soldados rasos

A missão dos líderes, começando pelo presidente, é servir a esses preciosos companheiros com lealdade, sinceridade e seriedade

Trechos do discurso proferido pelo presidente da SGI, Daisaku Ikeda, durante a 1a Reunião Nacional de Dirigentes da Soka Gakkai da Nova Era, realizada em 10 de novembro e publicado no jornal Seikyo Shimbun do dia 15 de novembro de 2006.

Em primeiro lugar, para dar inicio à nova partida, gostaria de destacar uma questão.


O mundo do budismo está baseado na união de itai doshin. Naturalmente, não existe hierarquia superior ou inferior na prática da fé. Os cargos de presidente ou de diretor-geral são simplesmente funções administrativas da organização. O espírito eterno da Soka Gakkai encontra-se em todos avançarem com a consciência e orgulho de que são presidentes e, ao mesmo tempo, soldados rasos que atuam em prol do desenvolvimento do kosen-rufu.


Graças aos esforços de inúmeros companheiros, a Soka Gakkai alcançou ampla expansão, avanço e desenvolvimento.


A missão dos líderes, começando pelo presidente, é servir a esses preciosos companheiros com lealdade, sinceridade e seriedade. Pelo fato de os dirigentes encontrarem-se na posição de servir aos membros, é inadmissível qualquer prepotência em sua conduta.


Os presidentes Makiguchi e Toda foram os que passaram por árduas provações em prol do kosen-rufu. E eu, como terceiro presidente, herdei o propósito dos dois presidentes antecessores e consolidei o grande crescimento da Soka Gakkai.


Embora esteja falando de mim mesmo, ouso dizer para o bem do futuro. Entre os três sucessivos presidentes existe a solene relação de mestre e discípulo. Jamais esqueçam este ponto fundamental.(...)


Meus sinceros agradecimentos, especialmente às integrantes da DF e da DFJ. São elas que sempre se dedicam com todo o empenho tanto no shakubuku como na divulgação dos impressos.


Os líderes que acham natural que elas atuem dessa forma e ficam apenas dando ordens de cima, estão cometendo um engano absurdo. Ninguém tem esse direito. Elas não atuam por obrigação. Pelo contrário, prestam um grande favor. Por isso, devemos manifestar toda a nossa gratidão às pessoas que se empenham sinceramente em prol do kosen-rufu. Eis uma atitude digna como líderes.


Fonte: Brasil Seikyo, ed. 1.870, 2 dez. 2006, p. A2
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