Às mulheres anônimas de força e coragem
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Às mulheres anônimas de força e coragem

A flexibilidade, o amor incondicional e o cuidado femininos farão a diferença na sociedade

Mulheres são fortes e ao mesmo tempo, sensíveis. Preocupam-se demasiadamente com tudo, conseguem fazer várias coisas de uma vez e são as fortalezas de muitos lares de hoje em dia. Ranzinzas? Ansiosas? Desesperadas e dramáticas? Sim, somos (às vezes ou sempre). E quando a TPM ou a menopausa chegam, “sai de baixo”. Quem aqui já ouviu as célebres declarações: “preciso fazer dieta”, “meu cabelo é horrível”, “estou estressada”, “você que sabe”, e por aí vai (são frases que eu mesma disse ou repito ainda hoje). Depois de tudo, surge o doce sorriso feminino e o “jeitinho único de ser”, que deixa o dia de qualquer pessoa mais colorido.

Essas são nossas mães, avós, esposas, namoradas, filhas, tias, primas e amigas. Ou, simplesmente mulheres. Basta olhar para uma dessas pessoas inspiradoras que marcaram a nossa vida, que certamente encontraremos tais características e muitas outras, definindo-as de forma incomparável, assim como a ameixeira, o pessegueiro e o damasqueiro.

Ao longo dos anos, conquistaram novos espaços, adquiriram a confiança, o reconhecimento profissional e o direito de manifestar a opinião, deixando de lado o estereótipo do passado da figura feminina. Tornaram-se independentes, e muitas vezes, assumiram o papel do homem na construção das famílias. 

Com sua benevolência e sabedoria, o buda Nichiren Daishonin declarou que se a mulher recitar o Nam-myoho-renge-kyo, poderá atingir a iluminação, ou seja, conquistar a felicidade. E disse ainda: “Não deve haver discriminação entre os que propagam os cinco ideogramas do Myoho-renge-kyo nos Últimos Dias da Lei, sejam homens, sejam mulheres. Se não fossem bodisatvas da terra, não seriam capazes de recitar daimoku”. (CEND Vol.I, Pág, 404)

Hoje, tudo o que temos foi conquistado com a comprovação de mulheres que fizeram e ainda fazem a diferença na história. E não se trata somente de pessoas famosas, pois grande parte são mulheres anônimas, que atuam de forma invisível e comprovam no dia a dia que é possível construir uma sociedade mais humana. Ou seja, pode ser você mesma que está lendo este post!

Por praticarmos o budismo da semeadura, é natural que muitas questões sociais, políticas e econômicas venham à tona. E são a flexibilidade, o amor incondicional e o cuidado, intrínsecos às ações das mulheres, que farão a diferença na resolução desses conflitos. Afinal, o instinto maternal e o acolhimento já fazem parte da gente, nos permitindo ter uma visão ampla dos fatos.

Certa vez, ouvi de um veterano da BSGI que a mulher é o pilar da família, pois consegue influenciar o marido e os filhos, contribuindo de forma decisiva para o avanço do lar. E a filha também adquire essa mesma força dentro de casa quando manifesta o brilho da prática da fé em suas atitudes.

Nascemos com uma missão única e que somente nós podemos cumprir. E para as “jovens mulheres” da Divisão Feminina de Jovens, o segundo presidente da Soka Gakkai, Josei Toda, direcionou que todas devem, sem exceção, ser felizes. Então, não temos outra opção: é felicidade ou felicidade. E o presidente Ikeda, por sua vez, salientou a importância da DFJ na construção do amanhã: “Se a Divisão Feminina de Jovens se desenvolver, a Soka Gakkai brilhará e o futuro do  kosen-rufu se abrirá amplamente”.

Então, ame-se, siga em frente e seja a mulher mais feliz do mundo!

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