As mulheres que abraçam a Lei Mística são definitivamente insuperáveis
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As mulheres que abraçam a Lei Mística são definitivamente insuperáveis

Infinita força se evidencia na vida de quem vive pelo juramento seigan

“Todas as integrantes da DFJ devem sem exceção ser felizes. Vivam intensamente esta existência embasadas na pura e forte fé” — são palavras que expressam o desejo do meu venerado mestre e também o meu e o da minha esposa, como inseparáveis mestre e discípulo.


Fico muito feliz ao saber que as jovens Soka que possuem o puro espírito de procura vêm lendo e estudando os “Trinta Escritos para o Ikeda Kayo Kai”, seguindo o direcionamento do Toda sensei: “Levantem-se com o estudo do budismo [kyogaku]”.


A Profecia do Buda, um dos importantes escritos de Nichiren Daishonin, será a matéria de estudo da DFJ deste ano [no Japão]. Esse Gosho foi o primeiro a ser explanado por Josei Toda aos membros em geral, em Osaka.


Muito me alegra saber da ampla expansão de propagação pelos membros de Kansai de Contínuas Vitórias ardentes de paixão.


Meu mestre bradou na seção de perguntas e respostas após a explanação:

Nós possuímos inerentemente a força do Nam-myoho-renge-kyo e a força para evidenciar infinita boa sorte. Quando recitamos Nam-myoho-renge-kyo e ensinamos as outras pessoas a recitá-lo, nossa força inerente se manifesta de forma extraordinária.


Como pode acontecer de uma jovem que abraçou a Lei Mística deixar de ser feliz?

Infalivelmente será evidenciada infinita força na vida das jovens que vivem a juventude pelo juramento seigan de concretizar o kosen-rufu. Cada uma manifestará seu potencial inerente e cumprirá sua missão que somente ela pode cumprir.


Esse é o princípio de jitai kensho — a realidade e a sabedoria se fundem e atinge o estado de buda na forma que se apresenta. E a luz dessa vida iluminará à de outras ao redor e as conduzirá também à felicidade.


Os dois ideogramas da palavra “Kayo” contêm profundo significado: “ser bela como a flor e radiante como o Sol”. Por isso, haja o que houver, jamais se sintam inseguras e não se aflijam. De peito erguido e enchendo-se de coragem, avancem como nobres e belas Kayo.


Toda sensei disse:

Nem cem sermões e cem bons livros superam uma mulher que abraça a Lei Mística e atua com vivacidade. As jovens do grupo Byakuren [Cerejeira] agem exatamente assim.


Sol da esperança e da coragem

Agora, vamos ler um trecho do escrito Clássico da Devoção Filial:

“Sua única filha desfrutará uma longa vida e será conhecida como uma criança digna de seu pai. Embora ela ainda seja jovem, sabe como cuidar da sua mãe com a devoção filial e, sem dúvida, ajudará o pai também em sua próxima existência”.


Nota-se nas entrelinhas que, embora pequena, a filha cuida carinhosamente da mãe após o falecimento do pai. Nichiren Daishonin afirma que a filha crescerá saudável, será feliz e conhecida como uma filha exemplar.


Para mim, sobrepõe à imagem dessa filha da monja Kubo as jovens Kayo da minha amada DFJ.


Quando uma jovem Kayo se levanta com dignidade na família, no seu local de trabalho e na comunidade, surge o sol da esperança e da coragem, e sorrisos repletos de alegria e felicidade florescerão e perfumarão o ambiente, e nele haverá o registro do drama de comprovação de que “o inverno nunca falha em se tornar primavera”.


Unam a voz das mulheres

Estamos vivendo uma era em que a atuação da mulher será de extrema importância em qualquer comunidade ou organização.


No ano passado, em uma conferência em Nova York, as Nações Unidas adotaram o Tratado de Proibição de Armas Nucleares.


A coletânea das vozes das vítimas de bombardeio de Hiroshima, de Nagasaki e das mulheres buscando acabar definitivamente com as armas nucleares se tornou uma força que impulsionou o movimento.


Como é do conhecimento de todos, a atuação das mulheres na campanha de desarmamento organizada pela Ican (Campanha Internacional para a Abolição das Armas Nucleares), que recebeu o Prêmio Nobel da Paz, a diretora da organização, Beatrice Fihn, foi fundamental para a assinatura do tratado.


No dia 17 de janeiro, a comitiva dessa organização visitou a sede-geral em Shinanomachi, manifestando a expectativa de estreitar ainda mais a relação de amizade com a SGI.


Relataram-me que a diretora Beatrice, mãe de dois filhos, ouvindo a tragédia vivida pelas vítimas do bombardeio, ainda crianças na época, determinou fortemente que jamais permitiria que as crianças de hoje passassem pela mesma tragédia.


Devemos aumentar cada vez mais a força e a voz das mulheres que naturalmente protegem a vida e fortalecer a rede de jovens e do povo que bradam pela paz!


O encontro da diretora Beatrice com as representantes da Divisão Feminina e da Divisão Feminina de Jovens também se tornou excelente momento de intercâmbio descortinando um futuro promissor.


Asas para alçar no grande céu

No dia 30 de janeiro completou-se 25 anos desde que me encontrei com Rosa Parks [mãe do movimento pelos direitos civis nos Estados Unidos] no campus da Universidade Soka da América, no subúrbio de Los Angeles (em 1993).


Dia 4 de fevereiro era seu aniversário de 80 anos. Ela ficou muito feliz com o bolo preparado por minha esposa.


Durante o diálogo, com um sorriso benevolente de mãe do povo, afirmou: “Meu passatempo preferido é trabalhar junto com os jovens e apoiá-los”.


Meu desejo também é incentivar os jovens emergidos da terra e avançar juntos com eles.


No ano seguinte, a Sra. Rosa Parks atravessou pela primeira vez o Oceano Pacífico e visitou o Japão. Na ocasião, ela me presenteou com um lindo bordado com o título “Um pombo voando para o límpido céu azul”.


Eu lhe disse:

“O pássaro da esperança está voando para o límpido céu azul rasgando a escuridão rumo à alvorada. É a asa da esperança. Nada pode amarrar essas asas da liberdade”.


Minhas amadas irmãs Kayo! Estendam suas asas de ilimitada esperança e alcem voo livremente pelo límpido céu azul, registrando dramas de vitória. Vivam com invencível alegria pelas quatro estações do ano.


Todas são anjos,

todas são irmãs da felicidade,

irradiando juntas

o palácio em sua vida.


Fonte:
Brasil Seikyo,
ed. 2.408, 24 fev. 2018, p. B3
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