Até onde vai a sua criatividade?
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Até onde vai a sua criatividade?

Criar não é somente inventar algo ou produzir uma obra de arte

Você já ouviu alguém dizer que não é criativo? Quando acordou hoje pela manhã e decidiu combinar roupas para vestir, encaixar os afazeres na rotina ou abriu a geladeira e ficou pensando sobre o que fazer com os ingredientes que havia lá e ainda assim conseguiu encontrar uma boa solução para essas e outras questões, você está exercendo a sua criatividade!


Somos todos criativos

Alguns acreditam que criatividade é um dom ou característica apenas de algumas pessoas, porém todos os seres humanos têm potencial criativo.


Como traz o dicionário, “o estado de ser criativo” representa uma ação, seja para buscar uma solução, facilitar uma ação, inovar ou criar algo diferente.


Dessa forma, criatividade não é só dos inventores, artistas ou músicos. Faz parte do cotidiano de todas as pessoas, mesmo as que não estão no meio cultural. Ou um jogador de futebol não precisa ser criativo para driblar e marcar um gol genial? Acredite, a criatividade vai além de criar algo novo, está também em pequenas ações do cotidiano. O que importa é você se esforçar para extrair o melhor de sua criatividade.


Criatividade e inovação de mãos dadas

O cérebro associa coisas já existentes ou cria novas, faz conexão por necessidade, resgata lembranças de experiências que deram certo e... “heureca!”. Surge uma nova ideia!


YouTube: criatividade entre amigos

Foi assim que nasceu o YouTube, da necessidade do envio de um vídeo para alguns amigos que, na época, com os recursos que tinham, gastariam muito tempo. Assim, três amigos encontraram uma forma de “partilha” de vídeo que fosse acessível sem precisar de download. Eles jamais imaginariam que isso se tornaria um negócio tão popular que facilitasse a comunicação e até o aprendizado para muitas pessoas; afinal, quem nunca buscou um tutorial lá?


Acreditar e fazer acontecer

“Criatividade” e “inovação” são conceitos que caminham juntos. Quem quer inovar precisa ser criativo, buscar o diferencial e pôr em prática. O importante quando se quer inovar é acreditar no seu potencial e seguir em frente, enfrentar as dúvidas e dificuldades.


Num ensaio, o presidente Ikeda usa o exemplo do compositor alemão Ludwing van Beethoven: “Quantas não foram as pessoas que receberam preciosos incentivos com obras de Beethoven? Sempre que alguém se encontra nos abismos do desespero, Beethoven está lá, ao seu lado: ‘Antes de dizer que não há mais nada a fazer, você realmente tentou tudo? Você realmente fez cem tentativas honestas? Vá. Acredite em você. Não dependa dos outros. Agora é a hora de dar tudo de si, romper seus limites ou ser derrotado!’”.


Criatividade é também reinventar

Utilizando o exemplo da bússola, uma pessoa não só foi inteligente como também criativa ao juntar dois objetos e criar um aparato que apontasse na mesma direção dos pontos cardeais. Se a expressão “heureca” já fosse conhecida, com certeza a ouviríamos nesse momento [em chinês, claro]. Essa ideia surgiu para que outras pessoas criassem algo com a mesma funcionalidade porém com diferentes objetos e necessidades. Muitas pessoas se baseiam em boas ideias e buscam aprimorá‑las. Hoje quase não vemos mais a bússola, mas sabemos que ela é utilizada em diversos aparelhos, como num GPS. Aprimorar uma ideia já existente exige muita criatividade, pois é preciso criar além do que foi pensado inicialmente.


Ser criativo em prol das pessoas

Você sabia que nos preâmbulos das propostas de paz que o líder da SGI, Daisaku Ikeda envia todos os anos para a Organização das Nações Unidas (ONU) consta sobre criatividade para vencer as dificuldades da humanidade? Você pode utilizar o melhor da sua criatividade em prol do kosen-rufu!


“Acreditamos que o Budismo de Nichiren Daishonin, filosofia humanística de infinito respeito pela dignidade da vida e de benevolência que abrange tudo, capacita os indivíduos a cultivar a sabedoria e a criatividade do espírito humano para vencer as dificuldades e crises que a humanidade enfrenta, dando origem a uma sociedade de coexistência próspera e pacífica.”


Fonte: 
R10, ed. 190, 7 out. 2017, p. 16-17
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