Livre de arrependimentos
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Livre de arrependimentos

Cada dia tem importância decisiva para a felicidade

Com base no discurso do líder da SGI, Daisaku Ikeda, proferido na conferência de representantes da região de Kansai, realizada em Osaka em 18 de maio de 1992.


Nichiren Daishonin afirma: “O propósito do advento do buda Shakyamuni, o senhor dos ensinamentos, neste mundo encontra-se em seu comportamento como ser humano”.


“Nosso comportamento como ser humano” — que tipo de comportamento conduz a uma vida de felicidade e sabedoria?

Daishonin também ensina: “Não passem a vida em vão para depois se arrependerem durante os próximos dez mil anos”.

Ele ressalta que não devemos desperdiçar esta preciosa existência nem viver de forma que tenhamos algum arrependimento eterno.

Assim, é importante que, em vez de uma vida superficial e autoindulgente, escolhamos uma existência de realização duradoura.


Não importando quanto a vida possa parecer interessante e cheia de diversão, sem um senso de realização ela não pode ser chamada de verdadeiramente feliz. Uma vida destituída de um propósito real e que só faz com que se sintam vazios é infeliz.


Também é importante priorizarmos o autoaprimoramento. Aqueles comprometidos em aprimorar a si mesmos têm profundidade, são atraentes e possuem esperança.


Igualmente, precisamos escolher o esforço sério acima da resignação, ousar em vez de recuar. Os que agem dessa forma são repletos de energia e vitalidade.

Agir com compaixão e sem arrogância, com coragem em vez de medo — a essência do budismo se encontra nesse comportamento.


Do mesmo modo, solicito que escolham o progresso em vez da estagnação, união e não a desarmonia, a alegria acima do pessimismo, ação no lugar da indecisão, riso em vez do desespero.


Avancemos com firmeza, aconteça o que acontecer elegendo a alegria e não a melancolia, incentivo em vez de inveja, entusiasmo no lugar da raiva.


Vivamos com uma confiança inabalável, demonstrando espírito de tolerância, e não autoritarismo, repleto de esperança em vez do desespero, agindo sem reclamar e engajados no diálogo, e não na violência.


Aqueles que lutam contra a própria fraqueza e continuam a avançar resolutamente — desafiando a si mesmos sem desistir e assumindo a responsabilidade pela vitória em vez de criticar os outros — triunfam no final e alcançam a felicidade.


Além disso, os esforços que empreendemos agora determinam não somente esta existência, mas também nosso passado, presente e futuro.


Fonte: 
Brasil Seikyo, ed. 2.314, 5 mar. 2016, p. B2
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