Fé honesta, espontânea, pura e de coração aberto
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Fé honesta, espontânea, pura e de coração aberto

Dirija-se ao Gohonzon com a pureza da criança que busca sua mãe

Quem se baseia na fé, na prática e no estudo com a “pureza de uma criança que busca sua mãe”, sempre vence! A forma correta de praticar o budismo é via fé — a sinceridade de conquistar tudo por meio do daimoku, e a pureza de confiar no Gohonzon do começo ao fim. “Nos momentos de sofrimento ou de alegria, devemos simplesmente levar tudo ao Gohonzon, expressando, ao orar, aquilo que estiver em nosso coração”, orienta o presidente Ikeda.


O á-bê-cê do budismo

Alegria, vitalidade e coragem. Sabedoria, senso de exuberância, boa sorte e benefícios. É tanta coisa boa acontecendo que o rosto do praticante adquire um reluzente brilho. É como se um sol imenso e brilhante nascesse dentro do peito!


Um membro da SGI sempre apresenta as características acima. Por que isso acontece? Porque ele age em total sintonia com o ritmo original do universo. Seu cotidiano é um júbilo contínuo, mesmo diante de desafios e problemas.


Para mergulhar a vida neste agradável ritmo, o presidente Ikeda ensina que a fé, a prática e o estudo são o á-bê-cê da SGI como religião mundial. Ikeda sensei afirma que devemos “cultivar um estado de vida no qual nos deleitamos completamente o tempo todo. Devemos ter tanta alegria que mesmo na hora da morte afirmamos com um sorriso feliz: ‘Foi maravilhoso! Para onde devo ir a seguir?’ Esse é o estado mental de uma pessoa com forte fé. Esses indivíduos renascerão sem atraso numa forma e num local exatamente de acordo com seu desejo. A fé nos possibilita alcançar o tipo magnânimo e completamente abrangente de estado mental no qual desfrutamos tudo em nossa vida”.


Portanto, fé, prática e estudo são o ritmo no qual devemos conectar nossas atividades diárias. Tudo o que fazemos deve ser efeito e ao mesmo tempo causa que fortalece nossa fé, aprofunda nosso estudo e otimiza nossa prática. O resultado, uma vida de total satisfação.


A força propulsora da mudança

Fé é o núcleo da prática na SGI. Mas ela não é crença no vazio — é um voto pessoal sério baseado no estudo lógico de doutrinas profundas e atestadas. Além de ações concretas tais como orar firmemente, encorajar pessoas e mudar a sociedade.


Fortalecer a fé é acreditar cada vez mais nas infinitas possibilidades de si e das pessoas. Por isso, budismo é a vida diária; é resolver cada tarefa tendo como ponto de partida a confiança total no Gohonzon.Em cada assunto você extrai energia criativa da fé no daimoku, estuda como o presidente Ikeda o resolveria e faz daquela solução a própria prática budista para ser feliz e inspirar outras pessoas.


Pré-requisito vital

O segundo presidente da Soka Gakkai, Josei Toda, enfatiza: “Fé, prática e estudo são um pré-requisito vital para nós, seguidores do Budismo de Nichiren Daishonin, e ensinar a Lei Mística aos outros (shakubuku) é condição essencial para todos os praticantes que firmaram o juramento de concretizar o kosen-rufu”.


Perceba que há um entrelaçamento entre a fé, a prática e o estudo; é um todo que dia a dia vamos expandindo — cada um deles influencia, fortalece e amplia o outro.


O presidente Ikeda orienta: “De fato, fé, prática e estudo são a força propulsora do crescimento e da vitória de todos os membros da Soka Gakkai. Consistem em diretrizes eternas para nossos esforços para cumprirmos a missão que nos foi consignada pelo Buda”.


Ele continua: “Neste momento em que a SGI avança a passos ainda mais largos como religião mundial, gostaria de reiterar aos nossos membros de todas as partes do globo a importância da fé, da prática e do estudo”.


A pureza de um filho que se nega a deixar sua mãe

Nichiren Daishonin decifra como é a fé correta que ativa o poder máximo do Gohonzon: “O que chamamos de fé não é nada fora do comum. Fé significa depositar nossa crença no Sutra do Lótus, em Shakyamuni, em Muitos Tesouros, nos budas e bodisatvas das dez direções, nas divindades celestiais e nas divindades benevolentes, e recitar Nam-myoho-renge-kyo do mesmo modo que uma mulher ama seu marido, que um homem sacrifica a vida por sua esposa, que os pais se recusam a abandonar seus filhos ou uma criança se nega a deixar sua mãe”.


Na sequência, o presidente Ikeda explana: “Para esclarecer seu ponto de vista, Daishonin compara à forma como uma mulher preza o marido, o homem ama e protege sua esposa, os pais cuidam dos filhos, e um filho se agarra à mãe. O afeto entre marido e mulher ou entre pais e filhos é uma expressão espontânea da vida, uma manifestação natural da nossa humanidade intrínseca. Devemos recitar Nam-myoho-renge-kyo ao Gohonzon com a mesma espontaneidade e com o coração aberto. Fé é isso, afirma Daishonin”.

Fé é isso! É confiar em si e nas pessoas tendo o Gohonzon como ponto de partida para tudo; é realizar um sonoro e sincero gongyo matinal determinado e convencido de que jamais há beco sem saída para quem tem Ikeda sensei como mestre! Fé é estudar e praticar o budismo com espontaneidade, fazendo da sua vida pessoal o combustível para a mudança da família e da humanidade.


Ativamos o poder do Gohonzon por meio da fé

Não basta estar diante do Gohonzon olhando para ele. É preciso estar convencido de que aquele poderoso objeto de devoção contém o estado de buda e, também, diz respeito a si mesmo.


O Gohonzon expressa a ideia central fundamental do budismo: cada pessoa é um buda completo e perfeito na forma que se encontra aqui e agora. Ele é o juramento de Nichiren Daishonin de ser feliz e conduzir todos à felicidade. Se você está convencido disso e age bom base nisso, a resposta às suas orações é imediata porque você ativou o Gohonzon na sua força máxima. Sem essa pura e sincera fé, os resultados não aparecem.


Daishonin incorporou no Gohonzon o estado de vida destemido dele. A meta do Buda é que todos, sem exceção, manifestem a mesma força capaz de mudar o destino para sempre.


A prova disso está nesta afirmação do presidente Ikeda: “Este magnífico Gohonzon, afirma Daishonin, encontra-se somente na fé. A fé é o caminho supremo para se atingir o estado de buda. [...] Mesmo que o Gohonzon esteja diante de nós, sem fé não conseguiremos ativar o poder dele”.


Fonte: Brasil Seikyo, ed. 2.373, 27 maio 2017, p. C2-C3
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