Alegria, expressão da fé resoluta e compartilhada
  • ARTIGOS

Alegria, expressão da fé resoluta e compartilhada

“... recebemos grandes benefícios à medida que nos empenhamos com alegria na fé. Observamos aqui novamente que o sentimento é o fator mais importante. De qualquer forma, se vocês têm a intenção de praticar o budismo, devem então desfrutá-lo, e não ficar reclamando!".


“Nichiren Daishonin disse o seguinte sobre a alegria: ‘A ‘alegria’ significa uma satisfação compartilhada com as pessoas’; e “a ‘alegria’ é compartilhar a sabedoria e a benevolência com os outros’. O ponto principal é a alegria que compartilhamos com os outros. Preocupar-se unicamente com a própria felicidade é egoísmo. Preocupar-se apenas com a felicidade dos outros é hipocrisia. A verdadeira felicidade é tornar-se feliz junto com os outros”.


“’Aceitar com alegria’ não significa que não temos preocupações ou sofrimentos. Justamente por termos problemas podemos recitar daimoku, produzindo uma forte energia vital. Porque há sofrimento há alegria. É impossível experimentar somente a alegria na vida.

“O budismo é vitória ou derrota; portanto, a vida é uma luta. Esse é o motivo pelo qual devemos desenvolver uma fortaleza interior para continuamente avançar. Uma vida aprimorada e fortalecida dessa forma desfruta eterna alegria”.


“Com base na fé, podemos estabelecer um estado de vida que, não importando o que aconteça, experimentamos alegria, esperança e convicção nas profundezas de nosso ser. Isso nos dá força para irmos àqueles que estão sofrendo e, juntos, buscarmos a verdadeira felicidade”.


“A alegria não é algo que vem de fora do ser humano ou do grupo, mas de dentro. A alegria é algo que brota do coração. O gongyo também nos capacita a extrair a alegria de nosso interior”.


“A alegria não é o mesmo que a frivolidade. A alegria surge de um espírito lutador. A frivolidade é o outro lado da fuga covarde. (...) Sem alegria, não há força. Vamos nos empenhar para avançarmos com mais brilho e alegria”.


“Qual é a verdadeira alegria na vida? Essa é uma difícil questão que tem ocupado a mente de milhares de filósofos e pensadores.

“A alegria pode rapidamente dar lugar ao sofrimento. A alegria dura pouco, mas o sofrimento é longo. Além disso, o que a sociedade considera como alegria é superficial. Não se compara com a alegria originada da Lei Mística, a qual, como afirma Daishonin: é a ‘maior de todas as alegrias’. Desse modo, o ponto principal está em cultivar um estado de espírito a ponto de declarar, sem reservas, que a vida é uma alegria. Esse é o propósito da prática budista”.


“Espero que realizem o gongyo com uma voz vibrante e repleta de energia positiva e vigorosa, e não com uma voz cansada, fraca e desanimada. Não existe alegria maior que recitar o daimoku. Uma voz que recita a Lei Mística alcança instantaneamente os recônditos mais longínquos do universo. Quanto mais recitarmos daimoku e ensinarmos aos outros a fazerem o mesmo, mais rápido alcançaremos um estado de vida que nos possibilitará percorrer livremente o universo com perfeita serenidade e liberdade”.

TAGS:ARTIGOS

Fonte:


Brasil Seikyo, ed. 1.527, 9 out. 1999, p. A3; ed. 1.527, 9 out. 1999, p. A3; ed. 2101, 24 set. 2011, p. A11;
ed. 2101, 24 set. 2011, p. A11; ed. 1.599, 14 abr. 2001, p. 3; ed. 1.358, 16 mar. 1996, p. 3; ed. 1.453, 21 mar. 1998, p.3;
ed. 1.476, 12 set. 1998, p. 3

Gosho Zenshu, p. 761; p. 788;

• comentários •

;