Mulheres felizes, sociedade próspera
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Mulheres felizes, sociedade próspera

Respostas da Nova Revolução Humana para os desafios da vida diária

Na Soka Gakkai, as mulheres são frequentemente impulsionadas a vencer os limites e, com os próprios esforços, a contribuir para a construção de uma sociedade justa e pacífica.

Na década de 1960, durante a temporada de atividades comemorativas de fundação da Divisão Feminina da Soka Gakkai no Japão, o presidente Ikeda, preocupado com a rotina atribulada das mulheres, sugeriu que fossem promovidas reuniões diurnas para que as donas de casa possam participar e, além disso, fizessem melhor uso de seu tempo.

No capítulo “Aprimoramento” do volume 2 da Nova Revolução Humana, Shin’ichi Yamamoto [pseudônimo de Daisaku Ikeda no romance], avalia a fundo o papel que as mulheres desempenham, ponderando sobre a questão da emancipação feminina. “Sem a felicidade das mulheres, a sociedade não poderia, de fato, prosperar”, cita.

Mais energia, mais entusiasmo


“A Segunda Convenção da Divisão Feminina teve início às 12h30. A sala estava lotada e, apesar do calor sufocante do alto verão, o ânimo de todas era excelente.

Uma mulher que havia se casado novamente depois de ter ficado viúva na guerra com uma criança pequena para cuidar apresentou seu relato de experiência. Seu novo marido tinha seis filhos e ela havia tido problemas de relacionamento com eles.

No auge disso, o marido dela, que tocava uma fábrica de tingimento de tecidos, se deparou com um impasse no trabalho e começou a se envolver com jogos de azar. Brigas intermináveis com o marido somadas às dificuldades econômicas e à relação conflitante com os filhos dele levaram-na a cogitar o suicídio.

Uma conhecida falou ao casal sobre o Budismo de Nichiren Daishonin, e os dois decidiram ingressar na Soka Gakkai. À medida que foram dando continuidade à recitação do daimoku, o marido parou de jogar e passou a se dedicar com mais energia e entusiasmo ao trabalho. O relacionamento da mulher com os enteados também melhorou. Desse modo, explicou ela, conseguiu criar uma vida familiar feliz e harmoniosa com que sonhava há muito tempo”.

Mulher vitoriosa


“Aplausos vibrantes se seguiram.

Essa experiência era a história da revolução humana de uma mulher: sua transformação numa pessoa que não somente amava o próprio filho, mas agora também era capaz de demonstrar e sentir idêntico afeto pelos enteados, e que conseguia, ainda, abraçar seu marido com calor e compreensão. Com o sol brilhando no coração e livre de seu destino infeliz, ela era exemplo legítimo de mulher que ganhará um novo sopro de vida.

A família é um ’jardim’ na formação de seres humanos de grande valor construído mediante esforços conjuntos de seus componentes. É um oásis de tranquilidade e revitalização, que restaura a energia e o vigor para se enfrentar um novo dia. Também pode ser descrita como o solo no qual se cultiva o caráter humano.

A família compõe a base da sociedade. Não pode haver prosperidade social a menos que ela seja sólida. Da mesma maneira, sem paz na sociedade, a família não pode desfrutar a felicidade verdadeira. Nessa equação repousa a fórmula para a paz mundial”. 

Força para a paz


“É muito provável que a mulher que desenvolveu a capacidade de oferecer, de bom grado, afeto aos enteados tenha se tornado igualmente capaz de amar outras pessoas, mesmo estranhas.

Se a energia criativa que produziu harmonia e felicidade a uma família se voltasse para sociedade, consistiria, sem dúvida, numa força tremenda para a paz. Shin’ichi Yamamoto sentia que, se em todas as famílias existisse uma mulher com uma presença calorosa e radiante como o sol, a sociedade também seria banhada de luz e aconchego”. 

A experiência vivenciada por essa mãe é aparentemente uma simples história do contexto familiar, mas revela o potencial infinito que a mulher tem para extrair valor de qualquer situação e, com isso, mudar a sociedade.



Fonte:

Brasil Seikyo, ed. 2434, 08 set. 2018, p. A7
Nova Revolução Humana, v. 2, p. 76 e 77
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